domingo, 22 de novembro de 2009

PROBLEMAS COM CÁLCULO DE TEMPO


Os problemas abaixo envolvem cálculo de tempo, um assunto nem sempre trabalhado o tanto que deveria nas escolas...









* FONTE: REVISTA NOVA ESCOLA - O LINK PARA VER A MATÉRIA COMPLETA:


http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/problemas-calculo-tempo-511235.shtml?page=0

ATIVIDADE DE ESCRITA - TÍTULOS DE CONTOS




ATIVIDADE DE ESCRITA: RECEITA A PARTIR DE HQ

(CLIQUE EM CIMA DA IMAGEM PARA AMPLIAR)



ATIVIDADES A PARTIR DE HQ



(clique em cima das imagens para ampliar)


:: fonte: Atividades recebidas por e-mail do grupo "Sugestão de Atividade Escolar" (enviadas por Sonia R. Ubeda)


domingo, 15 de novembro de 2009

TRILHA DO ALFABETO - TURMA DA MÔNICA


:: fonte: recebi por e-mail do grupo "Sugestão de Atividade Escolar"

JOGO - PIRATA DOS MARES


(clique em cima da imagem para ampliar; para imprimir, clique com o botão direito do mouse em "imprimir" ou em "salvar imagem como" para salvar no seu computador)


NÚMERO DE JOGADORES: DOIS
MATERIAL: TABULEIRO, 24 PEÇAS DE UMA COR E DUAS DE OUTRA.
MODO DE JOGAR: OS 24 PEÕES OCUPAM TODAS AS CASAS DO TABULEIRO, COM EXCEÇÃO DAS NOVE CASAS REPRESENTADAS PELA "FORTALEZA", QUE SERÁ DEFENDIDA PELOS DOIS CAVALEIROS. ESTES INICIAM O JOGO COLOCADOS NAS CASAS DA BORDA DO TABULEIRO, DA FILEIRA CENTRAL DA FORTALEZA. OS PEÕES MOVIMENTAM-SE SOMENTE PARA A FRENTE E PARA OS LADOS, NUNCA NA DIAGONAL E NUNCA PARA TRÁS, PARA OS LADOS E DIAGONALMENTE. AS JOGADAS SÃO FEITAS ALTERNADAMENTE, INICIANDO-SE COM UM MOVIMENTO DOS PEÕES. AS PEÇAS MOVEM-SE SEMPRE UMA CASA POR VEZ, COM EXCEÇÃO DE UMA JOGADA DE CAPTURA. OS PEÕES NÃO EFETUAM CAPTURAS, SOMENTE OS CAVALEIROS. PARA A TOMADA DE UMA PEÇA, OS CAVALEIROS SALTAM SOBRE ELE, COMO NO JOGO DE DAMAS, DEVENDO CAIR EM UMA CASA VAZIA. É POSSÍVEL A UM CAVALEIRO TOMAR MAIS DE UM PEÃO NA MESMA JOGADA. AS PEÇAS TOMADAS ABANDONAM O TABULEIRO. EM CASO DE TOMADA EM DIAGONAL, O CAVALEIRO NÃO PRECISA ESTAR NA CASA ADJACENTE À DO PEÃO QUE VAI SER TOMADO E PODE PULAR VÁRIAS CASAS. MAS ISSO SÓ É POSSÍVEL NA TOMADA EM DIAGONAL. PORÉM, O CAVALEIRO NÃO PODE MUDAR DE DIREÇÃO NA MESMA JOGADA, ISTO É: SE INICIOU A TOMADA NO SENTIDO HORIZONTAL, OUTRA PEÇA SOMENTE PODERÁ SER TOMADA NESSE SENTIDO. A CAPTURA É OBRIGATÓRIA E SEMPRE DO MAIOR NÚMERO DE PEÇAS POSSÍVEL. PARA VENCER, OS PEÕES DEVEM TOMAR A FORTALEZA, COLOCANDO NELA NOVE PEÕES E EXPULSANDO DELAS, PORTANTO, OS CAVALEIROS, OU OCUPAR A FORTALEZA DE MODO QUE OS CAVALEIROS FIQUEM BLOQUEADOS,OU SEJA, INCAPAZES DE SE MOVIMENTAR. OS CAVALEIROS VENCEM SE TOMAREM UM NÚMERO TAL DE PEÕES QUE IMPOSSIBILITE A TOMADA DA FORTALEZA. ASSIM, SE OS CAVALEIROS TOMAREM 16 PEÕES, ELES GANHAM O JOGO. PARA EQUILIBRAR AS CHANCES, APÓS CADA PARTIDA ORIENTE OS ALUNOS A TROCAR DE PAPÉIS. NOTE QUE AS SOLUÇÕES ACIMA PROPOSTAS NÃO SÃO AS ÚNICAS PARA ESSES PROBLEMAS.
:: FONTE: REVISTA PROJETOS ESCOLARES - ED. ESPECIAL "JOGOS EDUCATIVOS"

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

TEXTO PARA ESTUDO - ESTRATÉGIAS DE LEITURA


ESTRATÉGIAS DE LEITURA SEGUNDO ISABEL SOLÉ



“O ensino de estratégias de compreensão contribui para dotar os alunos dos recursos necessários para aprender a aprender.” (p.72)



•Leitura é “um processo mediante o qual se compreende a linguagem escrita (...).
• Para ler necessitamos simultaneamente manejar com destreza as habilidades de decodificação e aportar ao texto nossos objetivos, idéias e experiências prévias (...)” (p.23)


Estratégias fundamentais de compreensão de leitura:


•definição de objetivo da leitura,
•atualização de conhecimentos prévios,
•previsão,
•inferência e
•resumo.


Uma proposta de leitura em sala de aula deve contemplar três momentos:


•pré-leitura
•durante a leitura

. pós-leitura



PRÉ-LEITURA


1.a concepção que o professor tem sobre a leitura;
2.motivação para a leitura;
3.objetivos da leitura;
4.revisão e atualização do conhecimento prévio;
5.estabelecimento de previsões sobre o texto, baseadas nos aspectos do próprio texto; e
6.formulação de perguntas sobre o texto.


DURANTE A LEITURA...


•Como estratégia de leitura nesta etapa, a autora sugere as “tarefas de leitura compartilhadas”, em que o professor e o aluno assumem ora um, ora outro, a responsabilidade de organização e envolvimento no ato de ler.


PÓS-LEITURA


•ensino da “idéia principal” existente no texto
•o ensino do resumo
•formulação de perguntas e respostas (decodificação, compreensão e interpretação).


CONCLUSÃO

As estratégias de leitura, segundo Solé, podem ser utilizadas antes, durante e após a leitura, sendo que na pré leitura é feita uma análise, durante a leitura pode-se ter informações relevantes estabelecendo uma relação com as informações apresentadas no texto, e depois da leitura analisa-se o significado da mensagem do texto e a verificação de compreensão



:: Bibliografia: SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura.Porto Alegre: Artes Médicas, 199 (texto recebido por e-mail)







TEXTO PARA ESTUDO - COMO RESOLVER UM PROBLEMA


COMO RESOLVER UM PROBLEMA



1º: É preciso compreender o problema.


COMPREENSÃO DO PROBLEMA


Qual é a incógnita? Quais são os dados? Qual é a condicionante?
É possível satisfazer a condicionante? A condicionante é suficiente para determinar a incógnita? Ou é insuficiente? Ou redundante? Ou contraditória?
Trace uma figura. Adote uma notação adequada.
Separe as diversas partes da condicionante. É possível anotá-las?



2º : Encontre a conexão entre os dados e a incógnita.
É possível que seja obrigado a considerar problemas auxiliares se não puder encontrar uma conexão imediata.
É preciso chegar afinal a um plano para a resolução.


ESTABELECIMENTO DE UM PLANO


Já o viu antes? Ou já viu o mesmo problema apresentado sob uma forma ligeiramente diferente? Conhece um problema do mesmo tipo ou sobre o mesmo assunto? Conhece um problema que lhe poderia ser útil?
Considere a incógnita! E procure pensar num problema do mesmo tipo que tenha a mesma incógnita ou outra semelhante.
Eis um problema do mesmo tipo e já resolvido anteriormente. É possível utilizá-lo? É possível utilizar o seu resultado? É possível utilizar o seu método? Deve-se introduzir algum elemento auxiliar para tornar possível a sua utilização?
É possível reformular o problema? É possível reformulá-lo ainda de outra maneira? Volte às definições.
Se não puder resolver o problema proposto, procure antes resolver algum problema do mesmo tipo. É possível imaginar um problema parecido mais acessível? Um problema mais genérico? Um problema mais específico? Um problema análogo? É possível resolver uma parte do problema? Mantenha apenas uma parte da condicionante, deixe a outra de lado; até que ponto fica assim determinada a incógnita? Como pode ela variar? É possível obter dos dados alguma coisa de útil? É possível pensar em outros dados apropriados para determinar a incógnita? É possível variar a incógnita ou os dados, ou todos eles, se necessário, de tal maneira que fiquem mais próximos entre si? Utilizou todos os dados? Utilizou toda a condicionante? Levou em
conta todas as noções essenciais implicadas no problema?


3º : Execute o seu plano.


EXECUÇÃO DO PLANO


Ao executar o seu plano de resolução, verifique cada passo. É possível verificar claramente que o passo está correto? É possível demonstrar que ele está correto?



4º: Examine a solução obtida


RETROSPECTIVA


É possível verificar o resultado? É possível verificar o argumento?
É possível chegar ao resultado por um caminho diferente? É possível perceber isto num relance?
É possível utilizar o resultado, ou o método, em algum outro problema?




:: fonte: George Polya; A Arte de Resolver Problemas (recebi por e-mail)


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

SAIBA MAIS SOBRE... GÊNERO RELATO


RELATO DE EXPERIÊNCIA PESSOAL VIVIDA

(CARACTERÍSTICAS)



CONTEÚDO TEMÁTICO


Situações vivenciadas por uma pessoa (individualmente ou não), relacionadas com períodos específicos da sua vida (infância, adolescência, férias na escola, segundo ano de escolaridade...), espaços determinados (acontecimentos ocorridos no sítio, tempo de residência no interior, tempo vivido na cidade grande, tempo de vida num apartamento), temas pontuais (travessuras, situações engraçadas, situações tristes, momentos de medo, demonstrações de amizade, situações de bullling, p. e.).


ORGANIZAÇÃO COMPOSICIONAL


*—Contextualização inicial do relato, identificando tema/espaço/período.
*—Identificação do relator como sujeito das ações relatadas e experiências vivenciadas.
*—Referência à(s) ação(ões)/situação(ões) que será(ão) relatada(s).



APRESENTAÇÃO DAS AÇÕES:


*—seqüenciando-as temporalmente, estabelecendo relação com o tema/espaço/período focalizado no texto;
*—explicitando sensações, sentimentos, emoções provocados pelas experiências;
*—Nesse processo poderá ou não ser estabelecida relação de causalidade entre as ações/fatos relatados, pois se trata de ações acontecidas no domínio do real e, dessa maneira, o que define a relação de causalidade são os fatos, em si, ou a perspectiva/compreensão do relator;

*—Encerramento, pontuando os sentimentos, efeitos, repercussões das ações relatadas na vida do relator e dos envolvidos;
*—A experiência vivenciada por uma pessoa, pode envolver terceiros, o que pode derivar na introdução das vozes desse terceiro no relato elaborado.


MARCAS LINGÜÍSTICAS


*—Relato de experiência vivida é organizado na primeira pessoa, seja do singular ou do plural. Essa marca de autoria se revela na pessoa do verbo e, além disso, nos pronomes pessoais utilizados, por exemplo.


* O relato rememora experiências. Dessa forma, na textualização haverá marcas desse processo por meio da alternância entre hoje e ontem, aqui e lá:
◦Hoje, quando penso na maneira como tudo aconteceu...;
◦Naquela época, quando estudava na escola D. João VI, eu não pensava como agora, certo?



*—As experiências relatadas acontecem em um contexto que pode ou não envolver terceiros. Nessa perspectiva, é possível que, no texto, sejam introduzidas as vozes desses terceiros, quer seja por meio do discurso indireto, quer seja por meio de discurso direto. Se houver essa introdução, as marcas da mesma comporão o texto com a utilização dos recursos cabíveis.



*—Pode haver marcas do diálogo do relator com o interlocutor. Nesse sentido, poderão aparecer pronomes pessoais e de tratamento para explicitar essa relação. Por exemplo:
◦Você quer saber? A partir daquele dia não me interessei mais por casas abandonadas...;Mas depois desse grito – pode acreditar – fiquei muito mais aliviado.







:: FONTE: fragmentos - PPT elaborado por Katia L. Brakling



ATIVIDADES - GÊNERO RELATO












domingo, 8 de novembro de 2009

TRÊS PORQUINHOS - VERSÃO MATEMÁTICA





A história dos Três Porquinhos, recontada por um engenheiro...



O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para lhe contar uma história, o pai logo se prontificou e lhe contou a dos três porquinhos.
Meu Filho, era uma vez três porquinhos (P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que os vivia atormentando. P1 era sabido, fazia Engenharia Mecatrônica e já era formado Engenheiro Civil e Tecnólogo Mecânico. P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos. P3 fazia Comunicação e Expressão Visual.
LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde "n" é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.
Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos. Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado. Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo "o máximo".
Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:- "Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual!" Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2. Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:- "Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento." Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta abaixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem. Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada. P1: O que houve? P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos. P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!
Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! O som correto não é esse).
LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea.
Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do... do... comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correto.
Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir. Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima.Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando oápice, aonde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:a) o deslocamento no eixo "x", tomando como referencial a chaminé.b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão ec) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0(repouso) ao 9 (ataque histérico).
Resposta:
a) Sendo X o deslocamento horizontal, e a catapulta o tendo arremessado verticalmente para cima, a soma dos vetores demonstra que X=0. O advento de uma força externa, como o vento lateral poderia influir nesse valor, mas tais condições não foram abordadas no caso.
b) Para essa solução, usaremos: s = s0 + v0 * t+ 1/2 * a * t2v = v0 + a * t. A altura declarada atingida é de 200m e nesse ponto temos v = 0m/s. Para os cálculos de velocidades, a massa não é necessária, como todos sabemos. Dado g=9,8 m/s2; 200 = 0 + v0 + 1/2 * 9,8 * t2; 0 = v0 + 9,8 * tResolvendo esse sistema com duas equações e duas variáveis, temos: t= 21,4s e v0 = 210m/s
c) O LM chega ao pico na escala de susto após perceber que foi projetado para cima. Quando a velocidade vetorial reduz, o LM tem a sensação de alívio, pois não está mais subindo. Após parar (instante t1), o início da queda o remete novamente à situação máxima de susto. O índice de susto cai abruptamente a 0 assim que ele toca o solo, virando PLM (pasta de lobo mal).

:: Fonte: novaeducacao@yahoogrupos.com.br

VÍDEO - NÚMEROS (ENGENHEIROS DO HAWAII)


A presença marcante dos números na nossa vida...






Números

Engenheiros do Hawaii

Composição: Humberto Gessinger




Última edição do Guiness Book

Corações a mais de mil

E eu com esses números?


Cinco extinções em massa

Quatrocentas humanidades

E eu com esses números?


Solidão a dois

Dívida externa

Anos luz

Aos 33 Jesus na cruz

Cabral no mar aos 33
E eu... o que faço com esses números?

Eu... o que faço com esses números?


A medida de amar é amar sem medida

Velocidade máxima permitida

A medida de amar é amar sem medida


Nascimento e Silva 107

Corrientes, tres, cuatro, ocho

E eu com esses números?


Traço de audiência

Tração nas 4 rodas
E eu... o que faço com esses números?



Sete vidas

Mais de mil destinos

Todos foram tão cretinos

Quando elas se beijaram

A medida de amar é amar sem medida


Preparar pra decolar

Contagem regressiva

A medida de amar é amar sem medida



Mega, Ultra, Híper, micro, baixas calorias

Kilowatts, Gigabytes...
E eu... o que faço com esses números?

Eu... o que faço com esses números?



A medida de amar é amar sem medida

A medida de amar é amar sem medida

Velocidade máxima permitida

A medida de amar é amar sem medida


TEXTO PARA ESTUDO - HIPÓTESES DAS CRIANÇAS SOBRE OS NÚMEROS


Algumas descobertas sobre a construção de conhecimentos matemáticos pelas crianças



As hipóteses que as crianças formulam sobre os números


Estudos recentes revelam que um bom ponto de partida do trabalho com números é exatamente a reflexão sobre “para que servem os números”. As funções dos números (cardinal, ordinal e código) podem aparecer em atividades em que os alunos possam reconhecer e utilizar o número como memória de quantidade - que permitem evocar uma quantidade sem que esta esteja presente, o que corresponde ao aspecto cardinal; ou ainda como memória de posição, que permite evocar um lugar numa lista ordenada, o que corresponde ao aspecto ordinal; ou ainda em situações em que o número aparece como “o nome”, como o número do telefone, o da placa de um carro, o número do RG, o que corresponde ao aspecto de código. Outra função do número é antecipar um resultado para situações em que dispõem de algumas informações.
Nesse caso, os alunos vão utilizar estratégias de contagem ou de cálculo. Para a elaboração de suas seqüências de atividades, é importante que o professor conheça resultados de investigações que dão pistas importantes para a compreensão dos processos de ensino e aprendizagem. Dentre elas, destacam-se as que evidenciam que as crianças constroem hipóteses sobre as escritas numéricas a partir de seu contato com números familiares ou aqueles que são freqüentes. Dentre os números familiares estão os que indicam o número de sua casa, de seu telefone, do ônibus que utiliza, a data de seu aniversário etc. Os números como os que indicam o ano em que estamos (2007, 2008,..), ou o dia do mês (15, 18, 31), ou os canais de televisão são números freqüentes, comuns na vida das crianças. Com base nesse conhecimento ela vai se apropriando de outros também freqüentes, como 10, 20, 30, 40, 50,... ou 100, 200, 300, 400, 500... Hoje, sabemos que as crianças são capazes de indicar qual é o maior número de uma listagem, mesmo sem conhecer as regras do sistema de numeração decimal.
Observam a quantidade de algarismos presentes em sua escrita e muitas vezes afirmam, por exemplo, que 845 é maior que 98 porque tem mais “números”. As crianças afirmam que, “quanto maior é a quantidade de algarismos, maior o número. Este critério de comparação funciona mesmo se elas não conhecem “o nome” dos números que estão comparando. Ao cotejar 68 e 86, as crianças afirmam que o 86 é maior porque o 8, que vem primeiro, é maior que 6, ou seja, se a “quantidade” de algarismos é a mesma, “o maior é aquele que começa com o número maior, pois o primeiro é quem manda”. Embora não percebam o agrupamento, elas identificam que a posição do algarismo no número cumpre papel importante no nosso sistema, isto é, o valor que um algarismo representa, apesar de ser sempre o mesmo, depende do lugar em que está localizado em relação aos outros algarismos desse número.
Alguns alunos recorrem à justaposição de escritas para escrever números, e as organizam de acordo com a fala. Assim, muitas vezes, eles representam o 546, podem escrever 500406 ou 50046. As crianças afirmam que “escrevem do jeito que se fala”. Quando a criança produz a escrita numérica em correspondência com a numeração falada, pode escrever de forma não-convencional. Mas quando comparam suas escritas numéricas com as de outros colegas, por exemplo, estabelecem novas relações, refletem sobre as respostas possíveis e os procedimentos utilizados, validando ou não determinadas escritas. É no decorrer desse processo que começa a surgir a compreensão das regularidades do sistema de numeração.
:: fonte: site Educarede

DICA LITERÁRIA

Um belo livro, que mostra que só o calor humano pode aquecer os frios corações...
SENHOR CASACÃO
SIEB POSTHUMA
ED. MARTINS FONTES

Era uma vez um homenzinho que estava sempre com frio. Ele tremia de frio no outono, no inverno, na primavera e até no verão, quando o sol brilhava. Ficava o tempo todo debaixo de uma montanha de cobertores, aquecendo-se perto dos braseiros. Um dia, o homenzinho encontrou a senhora Casacão, uma companheira muito friorenta. Mas desde esse dia os dois já não sentem tanto frio...

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

JOGO: SERPENTES E ESCADAS

(clique em cima da imagem para ampliar; se quiser imprimir, salve a imagem no seu computador com o botão direito do mouse e depois imprima)

* NÚMERO DE JOGADORES: de 2 a 4

* MATERIAL DO JOGO: 2 dados, tabuleiro e peões

* MODO DE JOGAR: O tabuleiro traz um percurso, em geral de 100 casas (10 x 10), atravessado por escadas e por cobras. Os jogadores começam na parte inferior do percurso e avançam jogando 1 ou 2 dados até chegar ao topo. Se o peão cair na base de uma escada, corta caminho, subindo até o seu topo. Mas se, ao contrário, o peão parar em uma casa com a cabeça de uma cobra, ele é comido e desce até o seu rabo, muitas casas para baixo.


:: fonte: Revista Projetos Escolares Extra - Jogos Educativos (Ed. On Line)

DICA LITERÁRIA

Conheci hoje este livro e adorei! A mamãe porca conta histórias para seus filhos antes de dormir... O livro contém quatro mini-livros (que são os livros "lidos" pela mamãe porca), que narram histórias clássicas mas com personagens suínos: O príncipe porco, O porquinho feio, A porca borralheira, O príncipe e o porco.
Mais um livro que irei comprar para minha mini-biblioteca de Literatura Infantil. Amoooo!!!
SÓ MAIS UMA HISTÓRIA
DUGALD STEER
ED. BRINQUE-BOOK
SINOPSE:
É hora de dormir e a melhor maneira de conseguir fazer dois porquinhos adormecerem é ler uma história para eles. O problema é que eles apreciam tanto que querem mais! Felizmente, 'Só Mais Uma História' contém quatro minilivros que recontam conhecidos contos de fada. O bastante para fazer adormecer o porquinho mais atento!

MATEMÁTICA A PARTIR DA HISTÓRIA


* Recebi por e-mail essas situações-problema a partir do conto de assombração "Maria Angula":



1. NO CEMITÉRIO ONDE MARIA ANGULA FOI BUSCAR AS TRIPAS HÁ 5 FILEIRAS, SENDO QUE EM CADA UMA TEM 31 SEPULTURAS. QUANTAS SEPULTURAS HÁ NESTE CEMITÉRIO?



2. DONA MERCEDES FEZ 36 BOMBONS E DISTRIBUIU-OS ENTRE SUAS 6 VIZINHAS. QUANTOS BOMBONS CADA VIZINHA RECEBEU DE DONA MERCEDES?





3. DONA MERCEDES TEM 54 ANOS, O FANTASMA QUE FOI BUSCAR MARIA TEM 88 ANOS A MAIS QUE MERCEDES. QUAL A IDADE DO FANTASMA?




4. MANOEL FOI AO SUPERMERCADO COMPRAR ALGUNS MANTIMENTOS QUE ESTAVAM FALTANDO EM CASA. ELE LEVOU 150 REAIS. O GASTO TOTAL DE SUA COMPRA FOI DE 129 REAIS. QUANTO MANOEL RECEBEU DE TROCO?




5. MARIA ANGULA FAZIA MUITA FOFOCA. POR DIA ELA FAZIA 8 FOFOCAS. QUANTAS FOFOCAS ELA FAZIA EM 5 DIAS?

PARA GOSTAR DE LER... MARIA ANGULA

Maria Angula


Maria Angula era uma menina alegre e viva , filha de um fazendeiro de Cayambe.Era louca por uma fofoca e vivia fazendo intrigas com os amigos para jogá-los uns contra os outros.Por isso tinha fama de leva-e-traz, linguaruda, e era chamada de moleca fofoqueira.
Assim viveu Maria Angula até os dezesseis anos, decidida a armar confusão entre os vizinhos, sem ter tempo para aprender a cuidar e a preparar pratos saborosos.
Quando Maria Angula se casou, começaram os seus problemas. No primeiro dia, o marido pediu-lhe que fizesse uma sopa de pão com miúdos, mas ela não tinha a menor idéia de como prepará-la.
Queimando as mãos com uma mecha embebida em gordura, acendeu o carvão e levou até o fogo um caldeirão com água, sal e colorau, mas não conseguiu sair disso: não fazia idéia de como continuar.
Maria lembrou-se então de que na casa vizinha morava dona Mereces, cozinheira de mão-cheia, e , sem pensar duas vezes, correu até lá.
_ Minha cara vizinha, por acaso a senhora sabe fazer sopa de pão com miúdos?
_Claro, dona Maria. É assim: primeiro coloca-se o pão de molho em uma xícara de leite, depois despeja-se este pão no caldo e, antes que ferva, acrescentam-se os miúdos.
_ Só isso?
_ Só, vizinha.
_ Ah - disse Maria Angula -, mas isso eu já sabia!
E voou para sua cozinha a fim de não esquecer a receita.
No dia seguinte, como o marido lhe pediu que fizesse um ensopado de batatas com toicinho, a história se repetiu:
_ Dona Mercedes, a senhora sabe como se faz o ensopado de batatas com toicinho?
E como da outra vez, tão logo a sua boca amiga lhe deu todas as explicações, Maria Angula exclamou:
_ Ah! É só? Mas isso eu já sabia! – E correu imediatamente para casa a fim de prepará-lo.
Como isso acontecia todas as manhãs, dona Mercedes acabou se enfezando. Maria Angula vinha sempre com a mesma história: “Ah, é assim que se faz o arroz com carneiro? Mas isso eu já sabia! Ah é assim que se prepara a dobradinha? Mas isso eu já sabia!”. Por isso a mulher decidiu dar-lhe uma lição e, no dia seguinte...
_Dona Mercedinha!
_O que deseja, dona Maria?
_ Nada, querida, só que meu marido quer comer no jantar um caldo de tripas e bucho e eu...
_ Ah, mas isso é fácil demais! –disse dona Mercedes. E antes que Maria Angula a interrompesse continuou:
_ Veja: vá ao cemitério levando um facão bem afiado. Depois espere chegar o último defunto do dia e, sem que ninguém a veja, retire as tripas e o estômago dele. Ao chegar em casa, lave-os muitos bem e cozinhe-os com água, sal e cebolas. Depois de ferver uns dez minutos, acrescente alguns grãos de amendoim e está pronto. É o prato mais saboroso que existe.
_ Ah! – disse como sempre Maria Angula. – É só isso? Mas isso eu já sabia!
E, num piscar de olhos, estava ela no cemitério, esperando pela chegada do defunto mais fresquinho. Quando já não havia ninguém por perto, dirigiu-se em silêncio à tumba escolhida Tirou terra que cobria o caixão, levantou a tampa e...Ali estava o pavoroso semblante de defunto! Teve ímpetos de fugir, mas o próprio medo a deteve ali. Tremendo dos pés à cabeça, pegou o facão e cravou-o uma, duas, três vezes na barriga do finado e, com desespero, arrancou-lhe as tripas e o estômago. Então voltou correndo para casa. Logo que, conseguiu recuperar a calma, preparou a janta macabra que, sem saber, o marido comeu lambendo-se os beiços.
Nessa mesma noite, enquanto Maria Angula e o marido dormiam, escutaram-se uns gemidos nas redondezas. Ela acordou sobressaltada. O vento zumbia misteriosamente nas janelas, sacudindo-as, e de fora vinham uns ruídos muito estranhos, de meter medo a qualquer um.
De súbito, Maria Angula começou a ouvir um rangido nas escadas. Eram os passos de alguém que subia em direção ao seu quarto, com um andar dificultoso e retumbante, e que se deteve diante da porta. Fez-se um minuto eterno de silêncio e logo depois Maria Angula viu o resplendor fosforescente de um fantasma. Um grito surdo e prolongado paralisou-a.
_ Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago, que você roubou da minha santa sepultura!
Maria Angula sentou-se na cama, horrorizada e, com os olhos esbugalhados de tanto medo, viu a porta se abrir, empurrada lentamente por essa figura luminosa e descarnada. A mulher perdeu a fala. Ali, diante dela, estava o defunto, que avançava mostrando-lhe o seu semblante rígido e o seu ventre esvaziado.
_ Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago, que você roubou da minha santa sepultura!
Aterrorizada, escondeu-se debaixo das cobertas para não vê-lo, mas imediatamente sentiu umas mãos frias e ossudas puxarem-na pelas pernas e arrastarem-na gritando:
_Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago, que você roubou da minha santa sepultura!
Quando Manuel acordou, não encontrou mais a esposa e, muito embora tenha procurado por ela em toda parte, jamais soube do seu paradeiro.
(Contos de assombração: Jorge Renón de La Torre, conto da tradição oral equatoriana)