segunda-feira, 2 de março de 2009

MÚSICA PARA TRABALHAR O ALFABETO

O ALFABETO
Aline Barros


A, B, C, D, E, F, G, H,
I, J, L, M, N, O, P, Q,
R, S, T, U, V, X e Z


Eu já aprendi quer ver?
Vou mostrar pra você,
O alfabeto eu aprendi
Vou cantar pode crer

A, B, C...

O alfabeto eu aprendi
Jesus me deu sabedoria
As letrinhas vou usar
Dia e noite, noite e dia

A, B, C...

* OBS: Esta música faz parte do CD Aline Barros e Cia - vol 1 *
** **


http://www.youtube.com/watch?v=PoPfKEv6UxA

DEZ QUESTÕES A CONSIDERAR...

O planejamento de situações de leitura para alunos que estão se alfabetizando deve considerar as seguintes questões:


1. É possível ler, quando ainda não se sabe ler convencionalmente.
2. Ler (diferentes textos, em distintas circunstâncias de comunicação) é um bom problema a ser resolvido.
3. Quando o aluno ainda não sabe decodificar completamente o texto impresso e precisa descobrir o que está escrito, sua tendência é buscar adivinhar o que não consegue decifrar, recorrendo ao contexto no qual os escritos estão inseridos, bem como às letras iniciais, finais ou intermediárias das palavras.
4. Os alunos devem ser tratados como leitores plenos: é preciso evitar colocá-los em posição de decifradores, ou de ‘sonorizadores’ de textos.
5. É fundamental planejar, desde o início do processo de aprendizagem da leitura, atividades que tenham a maior similaridade possível com as práticas sociais de leitura.
6. Deve-se dar oportunidade às crianças de interagir com uma grande variedade de textos impressos, de escritos sociais.
7. Apresentar os textos no contexto em que eles efetivamente aparecem favorece a coordenação necessária, em todo ato de leitura, entre a escrita e o contexto.
8. É preciso propor atividades ao mesmo tempo possíveis e difíceis, que permitam refletir sobre a escrita convencional: atividades em que os alunos ponham em jogo o que sabem, para aprender o que ainda não sabem.
9. É importante não trabalhar com as palavras isoladamente, mas como meio para que o aluno, com sua atenção focalizada em uma unidade pequena do texto, possa refletir sobre as características da escrita.
10. Deve-se favorecer a cooperação entre os alunos, de tal modo que eles possam socializar as informações que já têm, confrontar e pôr à prova suas diferentes estratégias de leitura.

TEXTO DE AUTORIA DE: ROSA MARIA ANTUNES

E-MAIL

AMIGA VANESSA, QUE ME PEDIU O PLANEJAMENTO E O PROJETO POR E-MAIL... VC ESQUECEU DE DEIXÁ-LO ... RSRSRSRS
ME ENVIE SEU E-MAIL PARA QUE EU POSSA LHE ENVIAR O QUE VC PEDIU.
BJ.

domingo, 1 de março de 2009

PARA RIR... OU PARA REFLETIR?...

* RECEBI ESTE TEXTO POR E-MAIL E RESOLVI COMPARTILHÁ-LO COM VOCÊS...


MATEMÁTICA DE MENDIGO

Tenho que dar meus parabéns para esse estagiário que elaborou essa pesquisa tão perfeita, pois o resultado que ele conseguiu obter é a mais pura realidade.
Preste atenção nessa interessante pesquisa de um estagiário...


Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no Verde)... Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = R$6,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00.
Será que isso é uma conta maluca?
Bom, 6 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem DOA nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$600,00 no final do mês, que é o salário de um estagiário com carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia.
Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto.
Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.


Moral DA História :


É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo...
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou um professor.
Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.
Lembre-se :
* Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de ladrão.
Viva a Matemática!
Que país é esse?

ATIVIDADES DE MATEMÁTICA

* Este calendário deve ser trabalhado diariamente durante o mês de Março, onde os alunos farão o registro do número correspondente ao dia da semana e um desenho simbolizando o tempo (ensolarado, nublado, chuvoso). Ao final do mês, as perguntas no final da folha devem ser respondidas e também é possível fazer um gráfico mostrando a variação da temperatura durante todo o mês.




SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM

A seguir você encontrará uma lista de situações de sala de aula que possibilitam a aprendizagem da língua escrita por meio de atividades de leitura e escrita com textos de tradição oral. As sugestões que seguem servem para trabalhar com vários textos: adivinhas, cantigas de roda, parlendas, quadrinhas e trava-línguas, por isso é necessário que, ao trabalhar cada um deles, você construa uma seqüência de atividades que considere pertinentes para ensinar os seus alunos.

Leitura pelo professor – É importante que o professor faça a leitura de vários textos do mesmo gênero (adivinhas, cantigas de roda, parlendas, quadrinhas ou trava-línguas), de modo que os alunos possam se apropriar de um amplo repertório do texto em questão. Essa atividade de leitura pode ser diária (na hora da chegada, na volta do recreio…), ou semanal. O importante é que os alunos tenham um contato freqüente com os textos, para que possam conhecê-los melhor.

Leitura compartilhada (professor e alunos) de textos conhecidos – Em alguns momentos da rotina de sala de aula, o professor pode ler junto com os alunos alguns textos (adivinhas, cantigas de roda, parlendas, quadrinhas ou trava-línguas) que os alunos conheçam bastante, para que possam inferir e antecipar significados durante a leitura. Os textos que serão lidos podem estar afixados na sala em forma de cartaz, escritos na lousa ou impressos no livro do aluno.

Leitura coletiva – Ler, cantar, recitar e brincar com textos conhecidos. É fundamental que os
alunos possam vivenciar na escola situações em que a leitura esteja vinculada diretamente ao desfrute pessoal, à descontração e ao prazer.

Leitura dirigida – Propor atividades de leitura em que os alunos tenham de localizar palavras
em um texto conhecido. Por exemplo: o professor lê o texto inteiro e depois pede aos alunos que localizem uma palavra determinada (ex.: “piano”, na parlenda “Lá em cima do piano”). A intenção é que possam utilizar seus conhecimentos sobre a escrita para localizar e ler as palavras
selecionadas.

Leitura individual – Quando os alunos conhecem bastante os textos, já podem começar a lê-los individualmente. E nesse caso é importante que tenham objetivos com a atividade de leitura. Por exemplo: ler para escolher a parte de que mais gosta, ler para depois recitar em voz alta para todos etc.

Pesquisa de outros textos – Os alunos podem pesquisar outros textos do mesmo gênero em livros, na família e na comunidade. Podem, por exemplo, entrevistar pais, avós e amigos a respeito de adivinhas, cantigas de roda, parlendas, quadrinhas ou trava-línguas que conhecem; ou procurar textos conhecidos no Livro do aluno. No caso dos poemas, também é possível pesquisar autores da comunidade, autores conhecidos no Brasil inteiro etc.

Rodas de conversa ou de leitura – Sentar em roda é uma boa estratégia para socializar experiências e conhecimentos, pois favorece a troca entre os alunos. A roda de conversa permite identificar o repertório dos alunos a respeito do texto que está sendo trabalhado e também suas preferências. A roda de leitura permite compartilhar momentos de prazer e diversão com a leitura. No caso dos trava-línguas, é interessante propor um concurso de trava-línguas – falar sem tropeçar nas palavras.

Escrita individual Escrever segundo suas próprias hipóteses é fundamental para refletir sobre a forma de escrever as palavras. Por isso é importante criar momentos na rotina de sala de aula em que os alunos possam escrever sozinhos. Por exemplo: pedir que os alunos escrevam uma parlenda que conhecem de memória, ou que escrevam a cantiga de roda preferida. Vale ressaltar que, quando propomos a escrita de textos que os alunos conhecem de memória, em que não há um destinatário específico, é fundamental aceitar as hipóteses e não interferir diretamente nas produções: não se deve corrigir, escrever embaixo ou coisa do tipo.

** Tirando dúvidas **
Nessas atividades de escrita, o aluno que ainda não sabe escrever convencionalmente precisa se esforçar para construir procedimentos de análise e encontrar formas de representar graficamente aquilo que se propõe a escrever. É por isso que esta é uma boa atividade de alfabetização: havendo informação disponível e espaço para reflexão sobre o sistema de escrita, os alunos constroem os procedimentos de análise necessários para que a alfabetização se realize.

Escrita coletiva – O professor escreve na lousa, ou em um cartaz, o texto que os alunos ditam para ele. Nesse caso é absolutamente necessário que todos os alunos conheçam bem a cantiga de roda, a parlenda ou a quadrinha que será ditada. Durante o processo de escrita, é fundamental que o professor discuta com os alunos a forma de escrever as palavras, pois isto favorece a aprendizagem de novos conhecimentos sobre a língua escrita. Quando for possível, liste coletivamente os títulos dos textos de que os alunos mais gostam.


Reflexão sobre a escrita – Sempre que for possível favoreça a reflexão dos alunos sobre a
escrita, propondo comparações entre palavras que começam ou terminam da mesma forma (letras, sílabas ou partes das palavras).

Aprendendo com outros – A interação com bons modelos é fundamental na aprendizagem,
por isso é importante que os alunos possam compartilhar atos de leitura e observar outras pessoas lendo, recitando ou cantando os textos que estão estudando. Desta forma podem aprender a utilizar uma variedade maior de recursos interpretativos: entonação, pausas, expressões faciais, gestos… O professor pode chamar para a sala de aula alguns familiares ou pessoas da comunidade que gostem de ler, recitar ou cantar para os outros. Também é possível
levar para a sala de aula gravações de pessoas lendo, cantando ou recitando.

Gravação – Se for possível, grave em fita cassete a leitura ou recitação dos alunos de seus textos preferidos. Esta fita pode compor o acervo da classe, ou ser um presente para alguém especial.

Produção de um livro – Seleção dos textos preferidos para a produção de uma coletânea (livro). Cada aluno pode escrever um de seus textos preferidos.

Projetos – As propostas de aprendizagem também podem ser organizadas por meio de projetos que proponham aos alunos situações comunicativas envolvendo a leitura e escrita das adivinhas, cantigas de roda, parlendas, quadrinhas ou trava-línguas. Essas propostas de trabalho podem contemplar todas as séries, cada aluno contribuindo de acordo com suas possibilidades. Exemplos: propor a realização de:
• um mural/painel de textos para colocar na entrada da escola;
• um recital ou coral para pessoas da comunidade;
• um livro de textos, para presentear alguém ou para compor a biblioteca da classe.
Como os textos produzidos nos projetos têm um leitor real, o professor deve torná-lo o mais legível possível, com o mínimo de erros, traduzindo a escrita dos alunos ou revisando as escritas
em que só faltam algumas letras.
*FONTE: COLETÂNEA DE TEXTOS - PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES - M2U5T6

TEXTO PARA ESTUDO

CONTRIBUIÇÕES À PRÁTICA PEDAGÓGICA 7
HIPÓTESES DE LEITURA

Hoje já é possível saber que, assim como as hipóteses sobre como se escreve são construções originais das crianças, a distinção entre o que está escrito e o que se pode ler também resulta de uma elaboração do aprendiz. Isso não significa que as informações recebidas tanto dentro como fora da escola deixem de ter um papel nessa construção, e sim que a compreensão de que se escreve cada segmento do que se fala, na ordem em que se fala, por exemplo, não é passível de transmissão direta nem é, como se pensava, evidente por si mesma.

Mas o que, de fato, saber sobre a distinção elaborada pelo aprendiz entre o que
está escrito e o que se pode ler contribui para a prática pedagógica?

As informações sobre as “hipóteses de leitura” indicam que:
• As idéias dos alunos sobre o que está escrito e o que se pode ler evoluem de acordo com as oportunidades de contato com a escrita; portanto, promover variadas situações de leitura – em que eles participem de forma ativa, ou testemunhem atos de leitura e escrita como parte interessada – favorece a conquista da correspondência exaustiva entre os segmentos do enunciado oral e os segmentos gráficos.
• Ler em voz alta um texto marcando oralmente de forma artificial as fronteiras de cada um dos segmentos escritos, ou solicitar que os alunos pintem os espaços entre as palavras (como se eles tivessem dificuldades para perceber o “vazio” que separa graficamente as palavras) não garante sua compreensão de que tudo o que foi dito deve estar escrito, e escrito na mesma ordem emitida. As informações fornecidas pelo professor são processadas pelo aprendiz de acordo com suas próprias concepções. Em outras palavras: os alfabetizandos não possuem problemas de percepção quando não compreendem esse fato tão óbvio ao olhar alfabetizado – o de que tudo o que se diz deve estar escrito na mesma ordem da emissão. Mas a conceitualização que possuem
ainda não dá conta da questão, e avançarão na medida em que tiverem oportunidade de participar em situações de aprendizagem que demandem refletir sobre o que deve estar escrito em cada “pedaço” dos textos.
• Oferecer textos que os alunos conhecem de cor (parlendas, poesias, canções, quadrinhas etc.) e solicitar que acompanhem a leitura indicando com o dedo costuma
ser uma boa situação para que possam reorganizar suas idéias sobre o que está escrito e o que se pode ler. Solicitar que localizem nesses textos determinados substantivos, adjetivos, verbos e até mesmo as “partes pequenas” – artigos, preposições etc. – pode ser uma boa intervenção por parte do professor. Por exemplo, ao realizar uma atividade de leitura de uma quadrinha ou canção que as crianças sabem de cor, é interessante que, enquanto elas vão dando conta de localizar as palavras que acreditam estarem escritas, o professor vá propondo a localização de outras mais “difíceis”. Observe a quadrinha abaixo:

PIRULITO QUE BATE BATE
PIRULITO QUE JÁ BATEU
QUEM GOSTA DE MIM É ELA
QUEM GOSTA DELA SOU EU

Além de pedir para localizar “pirulito” e de perguntar com que letra começa ou termina, é possível propor inúmeras questões para os alunos pensarem. Pode-se notar que há palavras repetidas. Para alunos que ainda não compreenderam que tudo o que se lê precisa estar escrito, isso soa absurdo. Mas, como as dificuldades são de ordem conceitual, e não perceptual, salta-lhes aos olhos que existem vários “pedaços” idênticos. Mais precisamente cinco pares. Quatro se repetem na mesma posição, no verso seguinte e um (BATE) no mesmo verso. Apoiar o esforço dos alunos para descobrir o que está escrito em cada par e em cada um dos outros pedaços é a tarefa do professor. Lançando uma questão de cada vez, analisando as respostas para formular
a seguinte e, dialogando, ir avançando com eles.
• O trabalho com listas (de animais, brincadeiras preferidas, ajudantes da semana etc.) também é adequado na fase inicial da alfabetização. Além de ser um tipo de texto que vem de encontro à idéia das crianças de que só os nomes estão escritos, permite que elas, diante de uma situação de leitura de lista, antecipem o significado de cada item, guiadas pelo contexto (“É de animais”; “É de brincadeiras”; “É de comidas” etc.) e, nas situações de escrita de lista, concentrem na palavra a reflexão sobre quais letras usar, quantas usar, em que ordem usar.
• Iniciar a alfabetização pelas vogais e palavras como “ovo, uva, pé”, em lugar de facilitar, pode acabar dificultando a aprendizagem dos alunos. Essa escolha didática desconsidera que, no início de seu processo, os alfabetizandos acreditam que palavras com poucas letras não podem ser lidas. Portanto, centrar a fase inicial da alfabetização em atividades com esse tipo de palavras – tidas como fáceis – significa caminhar na contramão das idéias que em geral eles têm.
• O conhecimento das “hipóteses de leitura” não deve se transformar em um recurso para categorizar os alunos, mas sim estar a serviço de um planejamento de atividades que considere as representações dos alunos e atenda suas necessidades de aprendizagem.
• É preciso cuidado para não confundir hipóteses de leitura com estratégias de leitura: são coisas diferentes. As idéias que as crianças têm a respeito do que está escrito e do que se pode ler, isto é, as hipóteses de leitura, são de natureza conceitual. Já as estratégias de leitura – antecipação, inferência, decodificação e verificação –
são recursos que os leitores – todos, tanto os iniciantes como os competentes – usam para produzir sentido enquanto lêem um texto. São estratégias de natureza procedimental, o que significa que são constituídas e desenvolvidas em situações de uso.
• E, por fim, é fundamental desfazer um equívoco generalizado. Muitos professores pensam que as conhecidas hipóteses de escrita – pré-silábica, silábica, alfabética – são também hipóteses de leitura. Não há fundamento para dizer que um aluno é, por exemplo, silábico “na leitura”. É importante compreender que, quando um aluno escreve IOA e, solicitado a ler, aponta I (para PI), O (para PO), A (para CA), ele está explicando o que pensou enquanto escrevia. Está explicitando sua hipótese de escrita. Está justificando sua escrita. O que poderíamos chamar de hipóteses de leitura são as soluções que o aluno produz quando solicitado a interpretar um texto escrito por outra pessoa, como é possível observar no programa O que está escrito e o que se pode ler.

*FONTE: COLETÂNEA DE TEXTOS - PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES - M2U4T11