domingo, 15 de novembro de 2009

TRILHA DO ALFABETO - TURMA DA MÔNICA


:: fonte: recebi por e-mail do grupo "Sugestão de Atividade Escolar"

JOGO - PIRATA DOS MARES


(clique em cima da imagem para ampliar; para imprimir, clique com o botão direito do mouse em "imprimir" ou em "salvar imagem como" para salvar no seu computador)


NÚMERO DE JOGADORES: DOIS
MATERIAL: TABULEIRO, 24 PEÇAS DE UMA COR E DUAS DE OUTRA.
MODO DE JOGAR: OS 24 PEÕES OCUPAM TODAS AS CASAS DO TABULEIRO, COM EXCEÇÃO DAS NOVE CASAS REPRESENTADAS PELA "FORTALEZA", QUE SERÁ DEFENDIDA PELOS DOIS CAVALEIROS. ESTES INICIAM O JOGO COLOCADOS NAS CASAS DA BORDA DO TABULEIRO, DA FILEIRA CENTRAL DA FORTALEZA. OS PEÕES MOVIMENTAM-SE SOMENTE PARA A FRENTE E PARA OS LADOS, NUNCA NA DIAGONAL E NUNCA PARA TRÁS, PARA OS LADOS E DIAGONALMENTE. AS JOGADAS SÃO FEITAS ALTERNADAMENTE, INICIANDO-SE COM UM MOVIMENTO DOS PEÕES. AS PEÇAS MOVEM-SE SEMPRE UMA CASA POR VEZ, COM EXCEÇÃO DE UMA JOGADA DE CAPTURA. OS PEÕES NÃO EFETUAM CAPTURAS, SOMENTE OS CAVALEIROS. PARA A TOMADA DE UMA PEÇA, OS CAVALEIROS SALTAM SOBRE ELE, COMO NO JOGO DE DAMAS, DEVENDO CAIR EM UMA CASA VAZIA. É POSSÍVEL A UM CAVALEIRO TOMAR MAIS DE UM PEÃO NA MESMA JOGADA. AS PEÇAS TOMADAS ABANDONAM O TABULEIRO. EM CASO DE TOMADA EM DIAGONAL, O CAVALEIRO NÃO PRECISA ESTAR NA CASA ADJACENTE À DO PEÃO QUE VAI SER TOMADO E PODE PULAR VÁRIAS CASAS. MAS ISSO SÓ É POSSÍVEL NA TOMADA EM DIAGONAL. PORÉM, O CAVALEIRO NÃO PODE MUDAR DE DIREÇÃO NA MESMA JOGADA, ISTO É: SE INICIOU A TOMADA NO SENTIDO HORIZONTAL, OUTRA PEÇA SOMENTE PODERÁ SER TOMADA NESSE SENTIDO. A CAPTURA É OBRIGATÓRIA E SEMPRE DO MAIOR NÚMERO DE PEÇAS POSSÍVEL. PARA VENCER, OS PEÕES DEVEM TOMAR A FORTALEZA, COLOCANDO NELA NOVE PEÕES E EXPULSANDO DELAS, PORTANTO, OS CAVALEIROS, OU OCUPAR A FORTALEZA DE MODO QUE OS CAVALEIROS FIQUEM BLOQUEADOS,OU SEJA, INCAPAZES DE SE MOVIMENTAR. OS CAVALEIROS VENCEM SE TOMAREM UM NÚMERO TAL DE PEÕES QUE IMPOSSIBILITE A TOMADA DA FORTALEZA. ASSIM, SE OS CAVALEIROS TOMAREM 16 PEÕES, ELES GANHAM O JOGO. PARA EQUILIBRAR AS CHANCES, APÓS CADA PARTIDA ORIENTE OS ALUNOS A TROCAR DE PAPÉIS. NOTE QUE AS SOLUÇÕES ACIMA PROPOSTAS NÃO SÃO AS ÚNICAS PARA ESSES PROBLEMAS.
:: FONTE: REVISTA PROJETOS ESCOLARES - ED. ESPECIAL "JOGOS EDUCATIVOS"

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

TEXTO PARA ESTUDO - ESTRATÉGIAS DE LEITURA


ESTRATÉGIAS DE LEITURA SEGUNDO ISABEL SOLÉ



“O ensino de estratégias de compreensão contribui para dotar os alunos dos recursos necessários para aprender a aprender.” (p.72)



•Leitura é “um processo mediante o qual se compreende a linguagem escrita (...).
• Para ler necessitamos simultaneamente manejar com destreza as habilidades de decodificação e aportar ao texto nossos objetivos, idéias e experiências prévias (...)” (p.23)


Estratégias fundamentais de compreensão de leitura:


•definição de objetivo da leitura,
•atualização de conhecimentos prévios,
•previsão,
•inferência e
•resumo.


Uma proposta de leitura em sala de aula deve contemplar três momentos:


•pré-leitura
•durante a leitura

. pós-leitura



PRÉ-LEITURA


1.a concepção que o professor tem sobre a leitura;
2.motivação para a leitura;
3.objetivos da leitura;
4.revisão e atualização do conhecimento prévio;
5.estabelecimento de previsões sobre o texto, baseadas nos aspectos do próprio texto; e
6.formulação de perguntas sobre o texto.


DURANTE A LEITURA...


•Como estratégia de leitura nesta etapa, a autora sugere as “tarefas de leitura compartilhadas”, em que o professor e o aluno assumem ora um, ora outro, a responsabilidade de organização e envolvimento no ato de ler.


PÓS-LEITURA


•ensino da “idéia principal” existente no texto
•o ensino do resumo
•formulação de perguntas e respostas (decodificação, compreensão e interpretação).


CONCLUSÃO

As estratégias de leitura, segundo Solé, podem ser utilizadas antes, durante e após a leitura, sendo que na pré leitura é feita uma análise, durante a leitura pode-se ter informações relevantes estabelecendo uma relação com as informações apresentadas no texto, e depois da leitura analisa-se o significado da mensagem do texto e a verificação de compreensão



:: Bibliografia: SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura.Porto Alegre: Artes Médicas, 199 (texto recebido por e-mail)







TEXTO PARA ESTUDO - COMO RESOLVER UM PROBLEMA


COMO RESOLVER UM PROBLEMA



1º: É preciso compreender o problema.


COMPREENSÃO DO PROBLEMA


Qual é a incógnita? Quais são os dados? Qual é a condicionante?
É possível satisfazer a condicionante? A condicionante é suficiente para determinar a incógnita? Ou é insuficiente? Ou redundante? Ou contraditória?
Trace uma figura. Adote uma notação adequada.
Separe as diversas partes da condicionante. É possível anotá-las?



2º : Encontre a conexão entre os dados e a incógnita.
É possível que seja obrigado a considerar problemas auxiliares se não puder encontrar uma conexão imediata.
É preciso chegar afinal a um plano para a resolução.


ESTABELECIMENTO DE UM PLANO


Já o viu antes? Ou já viu o mesmo problema apresentado sob uma forma ligeiramente diferente? Conhece um problema do mesmo tipo ou sobre o mesmo assunto? Conhece um problema que lhe poderia ser útil?
Considere a incógnita! E procure pensar num problema do mesmo tipo que tenha a mesma incógnita ou outra semelhante.
Eis um problema do mesmo tipo e já resolvido anteriormente. É possível utilizá-lo? É possível utilizar o seu resultado? É possível utilizar o seu método? Deve-se introduzir algum elemento auxiliar para tornar possível a sua utilização?
É possível reformular o problema? É possível reformulá-lo ainda de outra maneira? Volte às definições.
Se não puder resolver o problema proposto, procure antes resolver algum problema do mesmo tipo. É possível imaginar um problema parecido mais acessível? Um problema mais genérico? Um problema mais específico? Um problema análogo? É possível resolver uma parte do problema? Mantenha apenas uma parte da condicionante, deixe a outra de lado; até que ponto fica assim determinada a incógnita? Como pode ela variar? É possível obter dos dados alguma coisa de útil? É possível pensar em outros dados apropriados para determinar a incógnita? É possível variar a incógnita ou os dados, ou todos eles, se necessário, de tal maneira que fiquem mais próximos entre si? Utilizou todos os dados? Utilizou toda a condicionante? Levou em
conta todas as noções essenciais implicadas no problema?


3º : Execute o seu plano.


EXECUÇÃO DO PLANO


Ao executar o seu plano de resolução, verifique cada passo. É possível verificar claramente que o passo está correto? É possível demonstrar que ele está correto?



4º: Examine a solução obtida


RETROSPECTIVA


É possível verificar o resultado? É possível verificar o argumento?
É possível chegar ao resultado por um caminho diferente? É possível perceber isto num relance?
É possível utilizar o resultado, ou o método, em algum outro problema?




:: fonte: George Polya; A Arte de Resolver Problemas (recebi por e-mail)


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

SAIBA MAIS SOBRE... GÊNERO RELATO


RELATO DE EXPERIÊNCIA PESSOAL VIVIDA

(CARACTERÍSTICAS)



CONTEÚDO TEMÁTICO


Situações vivenciadas por uma pessoa (individualmente ou não), relacionadas com períodos específicos da sua vida (infância, adolescência, férias na escola, segundo ano de escolaridade...), espaços determinados (acontecimentos ocorridos no sítio, tempo de residência no interior, tempo vivido na cidade grande, tempo de vida num apartamento), temas pontuais (travessuras, situações engraçadas, situações tristes, momentos de medo, demonstrações de amizade, situações de bullling, p. e.).


ORGANIZAÇÃO COMPOSICIONAL


*—Contextualização inicial do relato, identificando tema/espaço/período.
*—Identificação do relator como sujeito das ações relatadas e experiências vivenciadas.
*—Referência à(s) ação(ões)/situação(ões) que será(ão) relatada(s).



APRESENTAÇÃO DAS AÇÕES:


*—seqüenciando-as temporalmente, estabelecendo relação com o tema/espaço/período focalizado no texto;
*—explicitando sensações, sentimentos, emoções provocados pelas experiências;
*—Nesse processo poderá ou não ser estabelecida relação de causalidade entre as ações/fatos relatados, pois se trata de ações acontecidas no domínio do real e, dessa maneira, o que define a relação de causalidade são os fatos, em si, ou a perspectiva/compreensão do relator;

*—Encerramento, pontuando os sentimentos, efeitos, repercussões das ações relatadas na vida do relator e dos envolvidos;
*—A experiência vivenciada por uma pessoa, pode envolver terceiros, o que pode derivar na introdução das vozes desse terceiro no relato elaborado.


MARCAS LINGÜÍSTICAS


*—Relato de experiência vivida é organizado na primeira pessoa, seja do singular ou do plural. Essa marca de autoria se revela na pessoa do verbo e, além disso, nos pronomes pessoais utilizados, por exemplo.


* O relato rememora experiências. Dessa forma, na textualização haverá marcas desse processo por meio da alternância entre hoje e ontem, aqui e lá:
◦Hoje, quando penso na maneira como tudo aconteceu...;
◦Naquela época, quando estudava na escola D. João VI, eu não pensava como agora, certo?



*—As experiências relatadas acontecem em um contexto que pode ou não envolver terceiros. Nessa perspectiva, é possível que, no texto, sejam introduzidas as vozes desses terceiros, quer seja por meio do discurso indireto, quer seja por meio de discurso direto. Se houver essa introdução, as marcas da mesma comporão o texto com a utilização dos recursos cabíveis.



*—Pode haver marcas do diálogo do relator com o interlocutor. Nesse sentido, poderão aparecer pronomes pessoais e de tratamento para explicitar essa relação. Por exemplo:
◦Você quer saber? A partir daquele dia não me interessei mais por casas abandonadas...;Mas depois desse grito – pode acreditar – fiquei muito mais aliviado.







:: FONTE: fragmentos - PPT elaborado por Katia L. Brakling



ATIVIDADES - GÊNERO RELATO












domingo, 8 de novembro de 2009

TRÊS PORQUINHOS - VERSÃO MATEMÁTICA





A história dos Três Porquinhos, recontada por um engenheiro...



O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para lhe contar uma história, o pai logo se prontificou e lhe contou a dos três porquinhos.
Meu Filho, era uma vez três porquinhos (P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que os vivia atormentando. P1 era sabido, fazia Engenharia Mecatrônica e já era formado Engenheiro Civil e Tecnólogo Mecânico. P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos. P3 fazia Comunicação e Expressão Visual.
LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde "n" é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.
Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos. Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado. Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo "o máximo".
Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:- "Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual!" Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2. Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:- "Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento." Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta abaixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem. Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada. P1: O que houve? P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos. P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!
Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! O som correto não é esse).
LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea.
Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do... do... comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correto.
Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir. Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima.Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando oápice, aonde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:a) o deslocamento no eixo "x", tomando como referencial a chaminé.b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão ec) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0(repouso) ao 9 (ataque histérico).
Resposta:
a) Sendo X o deslocamento horizontal, e a catapulta o tendo arremessado verticalmente para cima, a soma dos vetores demonstra que X=0. O advento de uma força externa, como o vento lateral poderia influir nesse valor, mas tais condições não foram abordadas no caso.
b) Para essa solução, usaremos: s = s0 + v0 * t+ 1/2 * a * t2v = v0 + a * t. A altura declarada atingida é de 200m e nesse ponto temos v = 0m/s. Para os cálculos de velocidades, a massa não é necessária, como todos sabemos. Dado g=9,8 m/s2; 200 = 0 + v0 + 1/2 * 9,8 * t2; 0 = v0 + 9,8 * tResolvendo esse sistema com duas equações e duas variáveis, temos: t= 21,4s e v0 = 210m/s
c) O LM chega ao pico na escala de susto após perceber que foi projetado para cima. Quando a velocidade vetorial reduz, o LM tem a sensação de alívio, pois não está mais subindo. Após parar (instante t1), o início da queda o remete novamente à situação máxima de susto. O índice de susto cai abruptamente a 0 assim que ele toca o solo, virando PLM (pasta de lobo mal).

:: Fonte: novaeducacao@yahoogrupos.com.br