segunda-feira, 17 de maio de 2010

PARA GOSTAR DE LER... CONTO (OUTRA VERSÃO)



O Macaco e o Rabo (2)


Uma ocasião achavam-se na beira da estrada um macaco e uma cutia e vinha passando na mesma estrada um carro de bois cantando. O macaco disse para a cutia:
— Tira o teu rabo da estrada, senão o carro passa e corta.
Embebido nesta conversa, não reparou o macaco que ele é que corria o maior risco, e veio o carro e passou em riba do rabo dele e cortou. Estava um gato escondido dentro de uma moita, saltou no pedaço do rabo do macaco e correu. Correu também o macaco atrás, pedindo o seu pedaço de rabo. O gato disse:
— Só te dou, se me deres leite.
— Onde tiro leite? — disse o macaco.
Respondeu o gato:
— Pede à vaca.
O macaco foi à vaca e disse:
— Vaca, dá-me leite para dar ao gato, para o gato dar-me o meu rabo.
— Não dou; só se me deres capim! — disse a vaca.
— Donde tiro capim?
— Pede à velha.
— Velha, dá-me capim, para eu dar à vaca, para a vaca dar-me leite, o leite para o gato me dar o meu rabo.
— Não dou; só se me deres uns sapatos.

— Donde tiro sapatos?
— Pede ao sapateiro

— Sapateiro, dá-me sapatos, para eu dar à velha, para a velha me dar capim, para eu dar à vaca, para a vaca me dar leite, para eu dar ao gato, para o gato me dar o meu rabo.
— Não dou; só se me deres cerda.
— Donde tiro cerda?
— Pede ao porco.
— Porco, dá-me cerda, para eu dar ao sapateiro, para me dar sapatos, para eu dar à velha, para me dar capim, para eu dar à vaca, para me dar leite, para eu dar ao gato, para me dar o meu rabo.
— Não dou; só se me deres chuva.
— Donde tiro chuva?
— Pede às nuvens.
— Nuvens, dai-me chuva, para o porco, para dar-me cerda para o sapateiro, para dar-me sapatos para dar à velha, para me dar capim para dar à vaca, para dar-me leite para dar ao gato, para dar meu rabo…
— Não dou; só se me deres fogo.
— Donde tiro fogo?
— Pede às pedras.
— Pedras, dai-me fogo, para as nuvens, para a chuva para o porco, para cerda para o sapateiro, para sapatos para a velha, para capim para a vaca, para leite para o gato, para me dar meu rabo.
— Não dou; só se me deres rios.
— Donde tiro rios?
— Pede às fontes.
— Fontes, dai-me rios, os rios ser para as pedras, as pedras me dar fogo, o fogo ser para as nuvens, as nuvens me dar chuvas, as chuvas ser para o porco, o porco me dar cerda, a cerda ser para o sapateiro, o sapateiro fazer os sapatos, os sapatos ser para a velha, a velha me dar capim, o capim ser para a vaca, a vaca me dar o leite, o leite ser para o gato, o gato me dar meu rabo.
Alcançou o macaco todos os seus pedidos. O gato bebeu o leite, entregou o rabo. O macaco não quis mais, porque o rabo estava podre.


(Versão de Pernambuco, coletada por Sílvio Romero)

domingo, 16 de maio de 2010

PARA GOSTAR DE LER... CONTO



O Macaco e o Rabo




Um macaco uma vez pensou em fazer fortuna. Para isso foi-se colocar por onde tinha de passar um carreiro com seu carro. O macaco estendeu o rabo pela estrada por onde deviam passar as rodeiras do carro. O carreiro, vendo isso, disse:
— Macaco, tira teu rabo do caminho, eu quero passar.
— Não tiro! — respondeu o macaco.
O carreiro tangeu os bois, e o carro passou por cima do rabo do macaco, e cortou-o fora. O macaco, então, fez um barulho muito grande:
— Eu quero meu rabo, ou então dê-me uma navalha…
O carreiro lhe deu uma navalha, e o macaco saiu muito alegre a gritar:
— Perdi meu rabo! Ganhei uma navalha!… Tinglin, tinglin, que vou para Angola!…
Seguiu. Chegando adiante, encontrou um negro velho, fazendo cestas e cortando os cipós com o dente.
O macaco:
— Oh, amigo velho, coitado de você! Ora, está cortando os cipós com o dente… tome esta navalha.
O negro aceitou, e quando foi partir um cipó, quebrou-se a navalha. O macaco abriu a boca no mundo e pôs-se a gritar:
— Eu quero minha navalha, ou então me dê um cesto!
O negro velho lhe deu um cesto e ele saiu muito contente gritando:
— Perdi meu rabo, ganhei uma navalha, perdi minha navalha, ganhei um cesto… Tinglin, tinglin, que vou para Angola!
Seguiu. Chegando adiante, encontrou uma mulher fazendo pão e botando na saia.
— Ora, minha sinhá, fazendo pão e botando na saia! Aqui está um cesto.
A mulher aceitou, e, quando foi botando os pães dentro, caiu o fundo do cesto. O macaco abriu a boca no mundo e pôs-se a gritar:
— Eu quero o meu cesto, quero o meu cesto, senão me dê um pão!
A mulher deu-lhe o pão, e ele saiu muito contente a dizer:
— Perdi meu rabo, ganhei uma navalha, perdi minha navalha, ganhei um cesto, perdi meu cesto, ganhei um pão… Tinglin, tinglin, que vou para Angola!
Seguiu. Chegando adiante, encontrou um violeiro. O violeiro estava com fome e o macaco lhe deu o pão. O violeiro comeu todo o pão e o macaco pôs-se a gritar: “Eu quero o meu pão, quero o meu pão, senão me dá a sua viola!. O violeiro deu a viola para o macaco e dessa vez ele saiu cantando satisfeito: “ Perdi meu rabo, ganhei uma navalha, perdi minha navalha, ganhei um cesto, perdi um cesto, ganhei um pão, perdi um pão ganhei uma viola... Tinglin, tinglin, que vou para Angola!... Seguiu e, pelo tempo que passou, já deve ter chegado lá!


(Versão de Sergipe, coletada por Sílvio Romero)

MAIS ATIVIDADES DE MATEMÁTICA...

(clique em cima das imagens para ampliar e com o botão direito do mouse para salvar em seu computador)


















* fonte: PIC 3ª série - Caderno do Aluno - vol 2 (SEESP)


segunda-feira, 10 de maio de 2010

ATIVIDADES DE REFLEXÃO SOBRE O SND (SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL)

(Clique em cima das imagens para ampliar; para salvá-las em seu computador, clique com o botão direito do mouse e selecione "salvar imagem")

DITADO DE NÚMEROS




QUAL É O NÚMERO MAIOR?



INVENTANDO NÚMEROS


COMPARANDO NÚMEROS




AUMENTANDO O NÚMERO








* fonte: PIC - Projeto Intensivo de Ciclo
Material do aluno - vol. 2

PARA GOSTAR DE LER... CONTO



Joãozinho-sem-medo
Ítalo Calvino


Era uma vez um menino chamado Joãozinho-sem-medo, pois não tinha medo de nada. Andando pelo mundo, pediu abrigo em uma hospedaria.
— Aqui não tem lugar — disse o dono. — Mas se você não tem medo, posso mandá-lo para um palácio.
— Por que eu sentiria medo?
— Porque ali todo mundo sente. Ninguém saiu de lá, a não ser morto. De manhã, a Companhia leva o caixão para carregar quem teve a coragem de passar a noite lá.
Imaginem Joãozinho! Levou um candeeiro, uma garrafa, uma lingüiça, e lá se foi.
À meia-noite, estava comendo sentado à mesa quando ouviu uma voz saindo da chaminé:
— Jogo?
E Joãozinho respondeu:
— Jogue logo!
Da chaminé desceu uma perna de homem. Joãozinho bebeu um copo de vinho.
Depois a voz tornou a perguntar:
— Jogo?
E Joãozinho:
— Jogue logo!
E desceu outra perna de homem. Joãozinho mordeu a lingüiça. De novo:
— Jogo?
— Jogue logo!
E desceu um braço. Joãozinho começou a assobiar.
— Jogo?
— Jogue logo!
Outro braço.
— Jogo?
— Jogue!
E caiu um corpo, que se colou nas pernas e nos braços, ficando em pé um homem sem cabeça.
— Jogo?
— Jogue!
Caiu a cabeça e pulou em cima do corpo. Era um homenzarrão gigantesco, e Joãozinho levantou o copo dizendo:
— À saúde!
O homenzarrão disse:
— Pegue o candeeiro e venha.

Joãozinho pegou o candeeiro, mas não se mexeu.
— Passe na frente! — disse Joãozinho.
— Você! — disse o homem.
— Você. — disse Joãozinho.
Então, o homem se adiantou e, de sala em sala, atravessou o palácio, com Joãozinho atrás, iluminando o caminho. Embaixo de uma escadaria havia uma portinhola.
— Abra! — disse o homem a Joãozinho.
E Joãozinho:
— Abra você!
E o homem abriu com um empurrão. Havia uma escada em caracol.
— Desça — disse o homem.
— Primeiro você — disse Joãozinho.
Desceram a um subterrâneo, e o homem indicou uma laje no chão.
— Levante!
— Levante você! — disse Joãozinho. E o homem a ergueu como se fosse uma pedrinha.
Embaixo da laje havia três tigelas cheias de moedas de ouro.
— Leve para cima! — disse o homem.
— Leve para cima você! — disse Joãozinho. E o homem levou uma de cada vez para cima.
Quando foram de novo para a sala da chaminé, o homem disse:
— Joãozinho, quebrou-se o encanto!
E arrancou-se uma perna, que saiu esperneando pela chaminé.
— Destas tigelas, uma é sua.
Arrancou-se um braço, que trepou pela chaminé.
— Outra é para a Companhia, que virá buscá-lo pensando que está morto.
Arrancou-se também o outro braço, que acompanhou o primeiro.
— A terceira é para o primeiro pobre que passar.
Arrancou-se outra perna e ele ficou sentado no chão.
— Pode ficar com o palácio também.
Arrancou-se o corpo e ficou só a cabeça no chão.
— Porque se perdeu para sempre a estirpe dos proprietários deste palácio.
E a cabeça se ergueu e subiu pelo buraco da chaminé.
Assim que o céu clareou, ouviu-se um canto:
— Miserere mei, miserere mei.
Era a Companhia com o caixão, que vinha recolher Joãozinho morto. E o viram na janela, fumando cachimbo.
Joãozinho-sem-medo ficou rico com aquelas moedas de ouro e morou feliz no palácio. Até um dia em que, ao se virar, viu sua sombra e levou um susto
tão grande que morreu.

ATIVIDADES COM NÚMEROS QUE OS ALUNOS JÁ CONHECEM


A seguir, algumas atividades que levam os alunos a refletir sobre os números que já conhecem, dando-lhes oportunidade de demonstrar seus conhecimentos numéricos em determinados contextos – preços de produtos, datas, números das casas onde vivem – e permitindo que discutam a escrita dos números e comparem as notações que produzirem. Certamente os conhecimentos das crianças variam muito, mas é importante que as situações didáticas provoquem reflexão, mesmo para os que não conhecem a escrita convencional dos números. Em sala de aula, são constantes as dúvidas acerca da ordenação da numeração falada, do uso do zero, da quantidade de algarismos de um número e do valor de cada um deles em relação à posição que ocupa. Por isso, é preciso incentivar a interpretação e a comparação da escrita de números e também a leitura das notações produzidas por meio de perguntas que estimulem os alunos a avançar em suas hipóteses de escrita numérica.


ATIVIDADE : OS NÚMEROS QUE CONHEÇO

Objetivos
* Ler números em diferentes portadores de texto matemáticos, utilizando os conhecimentos disponíveis sobre o sistema de numeração decimal.
* Ler os números utilizando os conhecimentos disponíveis sobre o sistema de
numeração e as fontes de informação existentes na classe.

* Perceber que os números têm um uso social e estão presentes em vários portadores, com diferentes propósitos.


Planejamento
* Quando realizar? Ao longo do semestre.
* Como organizar os alunos? Em duplas.
* Quais os materiais necessários? Recortes de jornais e revistas com textos que utilizem a linguagem matemática; folhas de papel sulfite, canetas marcatexto ou lápis.
* Qual é a duração? Cerca de 30 minutos.

Encaminhamento
Organize a classe em duplas e distribua entre elas os recortes de jornais e revistas. Cada dupla deve encontrar dez números que já sabe ler, marcá-los e escrevê-los no papel.
Peça que um aluno de cada dupla leia os números que foram escolhidos e faça um ditado deles para outra dupla.
A seguir, proponha que troquem informações e comparem a escrita produzida com as que foram selecionadas.
O que mais fazer?
Alguns alunos podem ter dificuldade para ler e escrever os números ditados pelo colega. Nesse caso, oriente-os sugerindo pistas baseadas nos números exibidos nos portadores de texto numéricos que há na classe, como: o quadro de números, o calendário do mês, a régua, as páginas dos livros, a fita métrica, o relógio e outros.
Para complementar, você pode registrar na lousa alguns dos números selecionados e solicitar a vários alunos que façam a leitura deles.
Lembre-se de providenciar sistematicamente outras atividades similares a
esta ao longo do semestre.


ATIVIDADE : QUADRO DE NÚMEROS


Objetivo
* Buscar regularidades no sistema de numeração decimal a partir da análise da posição no quadro numérico.

Planejamento
* Quando realizar? Ao longo do semestre.
* Como organizar os alunos? Em duplas.
* Quais os materiais necessários? Cópias do quadro de números para todos os alunos.
* Qual é a duração? Cerca de 30 minutos.


Atenção!


A organização visual do quadro numérico é muito importante, pois a disposição gráfica dos números é a principal referência para o aluno encontrar o número ditado. Cada linha deve ter dez números.


Encaminhamento
Escolha previamente os dez números a serem ditados.
Distribua cópias do quadro de números aos alunos e peça que colem no caderno.
Explique que deverão encontrar no quadro os números ditados por você.
Dê um tempo para que discutam com o parceiro e procurem o número ditado, até todas as duplas terem conseguido localizá-lo. Enquanto isso, circule pela classe e observe como estão trabalhando.
Socialize as diferentes respostas, incentivando cada dupla a explicar e justificar como encontrou o número solicitado.
O que mais fazer?
Inicie o trabalho com o quadro de 1 a 100 reproduzido aqui e, à medida que os alunos forem avançando na interpretação e na produção de números, passelhes um quadro com outro intervalo (por exemplo, de 500 a 600), para que percebam bem as regularidades existentes nas regras de formação dos
números.


ATIVIDADE: OS NÚMEROS DE NOSSAS CASAS


Objetivos
* Ler e escrever os números utilizando os conhecimentos que possuem sobre o sistema de numeração e as fontes de informação disponíveis na sala de aula.
* Perceber que os números têm um uso social, estão presentes no cotidiano e se prestam a diferentes propósitos e funções.

Planejamento
* Quando realizar? Ao longo do semestre.
* Como organizar os alunos? O início da atividade é individual; depois, os alunos trabalham em duplas.
* Quais os materiais necessários? Cópias dos modelos da atividade.
* Qual é a duração? Cerca de 30 minutos.


Encaminhamento
Distribua o primeiro modelo para os alunos levarem para casa e anotarem o número da casa em que moram. Se preferir, escreva na lousa o enunciado da tarefa e peça que as crianças copiem em seus cadernos.
Na aula seguinte, distribua o outro modelo e chame quatro alunos para ditarem os números de suas casas. Em duplas, os colegas devem escrever em suas folhas os números ditados, representando-os numericamente e por extenso.
As duplas discutem entre si e decidem como escrever cada número ditado, por extenso e em algarismos.
Quando terminarem, discuta o trabalho com a classe, fazendo um levantamento das dificuldades encontradas para realizar os registros.



As hipóteses das crianças


Preste atenção aos argumentos utilizados pelas crianças para justificar suas escritas. Pesquisas revelam que elas não aprendem os números seguindo a ordem da série, ou seja, de um em um, estabelecendo relações de vários tipos para identificar os números e produzir suas escritas. Por exemplo:
* Conhecem os números redondos e suas seqüências – 10, 20, 30, 40 etc.; 100, 200, 300, 400, 500 etc.; 1.000, 2.000, 3.000, 4.000 etc. –, mas não sabem os números que estão nos intervalos.
* Estabelecem relações entre os números redondos e a numeração falada: 201 (para 21), 51000 (para 5.000), 403 (para 43), pois sabem que algo permanece e algo muda, mas não sabem o quê.
* Relacionam o “nome do número” com a forma de escrevê-lo. Por exemplo: se o nome de um número é quarenta e seis e o do outro é quarenta e três, a escrita desses dois números deve começar com 4, pois falamos quarenta, que se parece com o quatro. Se fosse cinqüenta, escreveriam o 5. (Observe que o número vinte é uma irregularidade, pois seu nome não estabelece relação com o número 2.)
É no confronto dessas diferentes hipóteses que os alunos poderão construir os conceitos de dezena, centena e milhar, entre outros.


O que mais fazer?
Planeje desdobramentos desta atividade, como:
* Uma lista com os números das casas de todos os alunos; destacar alguns dos números para que sejam organizados de forma crescente.
* Proponha que façam a organização em ordem decrescente.
* Em outra aula, usando a mesma lista, peça-lhes que separem os números pares.



ATIVIDADE: DITADO MALUCO


Objetivos
* Escrever os números utilizando os conhecimentos que possuem sobre o sistema de numeração.
* Trocar informações com os colegas e buscar referências em fontes existentes na classe para escrever os números ditados.


Planejamento
* Quando realizar? Ao longo do semestre.
* Como organizar os alunos? Escrita individual e em seguida uma discussão com o grupo.
* Qual é a duração? Cerca de 30 minutos.


Encaminhamento
Converse com a classe explicando o jeito diferente que você vai usar para fazer um ditado de números. A cada número que você falar, os alunos devem escrever o antecessor, ou seja, o número que vem imediatamente antes dele.
Por exemplo: se você disser 107, eles devem escrever 106.
Podem surgir dúvidas na escrita de números com zeros (como é o caso de 106, que talvez gere escritas como 16, 016, 160 ou 1006). Aproveite o momento da revisão para discutir diferentes produções. Incentive a interpretação e a comparação das respostas dadas por vários colegas, fazendo perguntas que estimulem os alunos a avançar em suas hipóteses de escrita numérica:
* Qual a diferença entre esses números? Como devem ser lidos?
* Qual é o maior deles? Qual é o menor?
* Como vocês sabem qual é o maior?
* Um mesmo número pode ser escrito de diferentes maneiras?
O que mais fazer?
Procure repetir esta atividade diversas vezes ao longo do semestre, pois os alunos costumam ter muitas dúvidas sobre a escrita de números, principalmente quando há zeros intercalados. Você pode propor variações, como pedir que escrevam o sucessor do número ditado, ou seja, o que vem
logo depois dele, na seqüência.

* fonte: Guia de Planejamento e Orientações Didáticas - 2ª série (3º ano) - SEESP