quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PARA O TRABALHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Cute Baby Colors

Educar e cuidar


Educar

Nas últimas décadas, os debates em nível nacional e internacional apontam para a necessidade de que as instituições de Educação Infantil incorporem de maneira integrada as funções de educar e cuidar, não mais diferenciando nem hierarquizando os profissionais e instituições que atuam com as crianças pequenas e/ou aqueles que trabalham com as maiores.

Cuidar

Contemplar o cuidado na esfera da instituição da Educação Infantil significa compreendê-lo como parte integrante da educação, embora possa exigir conhecimentos, habilidades e instrumentos que extrapolam a dimensão pedagógica. Ou seja, cuidar de uma criança em um contexto educativo demanda a integração de vários campos de conhecimentos e a cooperação de profissionais de diferentes áreas.
A base do cuidado humano é compreender como ajudar o outro a se desenvolver como ser humano. Cuidar significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades. O cuidado é um ato em relação ao outro e a si próprio que possui uma dimensão expressiva e implica em procedimentos específicos.
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC; SEF, 1998.

O papel do professor na Educação Infantil

O papel do professor é fundamental, pois o bom andamento das atividades de ensino depende diretamente da ação docente, de como se faz a mediação conhecimento/criança. Compreende-se como importante característica do profissional de Educação Infantil a busca constante por aprender sobre o desenvolvimento da criança, sua forma de ver e sentir o mundo, criando oportunidades para ela manifestar suas ideias, sua linguagem, seus sentimentos, sua criatividade, suas reações, suas relações sociais e sua imaginação.
Na ação pedagógica, deve-se compreender o ato de brincar como estratégia permanente da prática educativa e oferecer aos alunos um ambiente com espaços e materiais organizados que propiciem desafios e diferentes manifestações infantis, potencializando assim sua expressão por meio de diferentes linguagens, movimentos, imaginação, criatividade, emoções, socialização, autonomia, conhecimento de mundo, pensamentos e sentimentos.
Ter uma boa interação, estabelecer um trabalho conjunto com outros profissionais de modo integrado e relacionar o ato de educar e ensinar de maneira responsável, reconhecendo a criança como um ser inteiro, são características que o professor deve cultivar de maneira ética, respeitando os demais profissionais, os alunos e as famílias.
Importante também ser criativo e paciente nas relações, ter disponibilidade para brincar com os alunos, exercitar o olhar e a escuta infantil e reconhecer que a educação, especialmente nesta fase, é um ato de amor, de construção, de exploração de potencialidades, de busca e de descoberta.
O papel do professor é fundamental para a organização do espaço e do tempo necessários para a aprendizagem da criança.
Para que o conhecimento matemático se efetive na Educação Infantil, é necessário que, em toda situação apresentada em sala de aula, o professor teça comentários, formule perguntas, provoque desafios e incentive a verbalização e a representação escrita do aluno. Isso vai permitir que este faça descobertas, exponha e argumente ideias próprias, estabeleça relações, organize o pensamento e localize-se espacialmente.

A afetividade na Educação

Afetividade vem do verbo afetar e mostra como podemos influir positiva ou negativamente no desenvolvimento dos alunos por meio de nosso comportamento em sala de aula e de como ensinamos, ou seja, como lidamos com os conteúdos e como é nossa relação com os alunos.
Segundo especialistas, o desenvolvimento da autoestima por meio do exercício da afetividade é um grande tema transversal e eixo fundamental na proposta pedagógica de qualquer curso. Sabe-se hoje que aprendemos mais e melhor se o fazemos num clima de confiança, de incentivo, de apoio, em meio a relações cordiais e de acolhimento.
A afetividade dinamiza as interações, as trocas, a busca, os resultados positivos. Facilita a comunicação, toca os participantes, promove a união. O clima afetivo prende totalmente, envolve plenamente, multiplica as potencialidades.
Por meio da educação, podemos ajudar a desenvolver o potencial de cada aluno, considerando suas possibilidades e limitações. Para isso, precisamos praticar a pedagogia da compreensão e do humanismo, e não a pedagogia da intolerância, da rigidez, do pensamento único, da desvalorização.
A pedagogia da inclusão não deve ser praticada somente com os alunos que estavam fora da escola ou simplesmente “recebê-los”, ela deve se constituir em uma verdadeira prática de acolhimento, por meio da qual incluímos os diferentes; os que nunca falam e os que falam demais; os muito quietos e os muito agitados; os mais rápidos e os mais lentos.
Por isso, é importante que alunos e professores desenvolvam autoconfiança, autoestima e respeito por si mesmos e pelos outros. Assim, será mais fácil aprender e comunicar-se com os demais. Sem autoestima, alunos e professores não estarão inteiros, plenos para interagir, e se verão como inimigos, quando deveriam ser parceiros.

A mediação do professor e sua importância no desenvolvimento dos alunos

O que é mediação?

Ser mediador é se posicionar literalmente entre o ensino e a aprendizagem, ou seja, é não dar respostas prontas, e sim estimular a busca de respostas promovendo a reflexão, mostrando os caminhos, compreendendo as dificuldades e o motivo de elas estarem ocorrendo. Dessa maneira, o professor-mediador estará colaborando para a construção da autonomia dos alunos - seja de pensamento seja de ação - ampliando a participação social e dinamizando o desenvolvimento mental deles, de forma a capacitá-los a exercer o papel de cidadão do mundo.

Resultados de uma mediação adequada

A mediação terá sucesso quando o professor:
  • interagir com a criança, e não coagi-la;
  • interagir com a criança procurando compreender seu mundo e o modo de ela vivenciá-lo; para isso, é preciso entender o universo dela e o processo que está em andamento;
  • considerando o conhecimento de mundo que a criança traz, valorizá-la, estimulá-la e proporcionar-lhe outros conhecimentos e outras leituras;
  • estimular a reflexão e a busca de respostas;
  • usar o “erro” da criança para buscar o “acerto”;
  • não ignorar nem desrespeitar as várias formas dialetais utilizadas pelos alunos. Ao contrário, num clima de respeito, desde a Educação Infantil, encorajar todas as crianças a falar, a escrever e a ler como sabem;
  • der voz à criança e orientá-la a respeitar a fala dos outros.

A brincadeira infantil: uma ação pedagógica

A brincadeira infantil representa o aprendizado. É uma ação privilegiada no desenvolvimento humano, principalmente na infância, pois é um meio para a elaboração e a reelaboração do conhecimento. Brincar é uma forma de ação cognitiva na qual a criança abstrai, interpreta e entende a realidade, pois simula essa realidade.
Os jogos promovem contextos ricos e desafiadores para o aluno explorar diferentes tipos de situações-problema. Por meio de situações lúdicas, a criança tem a oportunidade de se apropriar de novos conhecimentos, pois pode pensar, levantar hipóteses, confrontar estratégias, discutir, interagir com os colegas, com as situações e os objetos de conhecimento, comparando pontos de vistas diferentes e vivenciando verdadeiras e genuínas situações de comunicação.
O seu papel, nesse processo, é fundamental. Conhecer o jogo, criar e propor, com base nele, situações-problema desafiadoras é uma de suas tarefas, bem como observar as tentativas do aluno durante o jogo, apoiando-o quando surgirem as dificuldades e estimulando-o a desenvolver suas potencialidades. É preciso assegurar a cada participante do jogo o direito de pensar, expressar o pensamento, negociar as ideias e criar outras com base nas discussões realizadas, ou seja, ele dever ter o direito de viver intensamente o jogo de forma prazerosa e enriquecedora.

* fonte: http://www.editoradobrasil.com.br/educacaoinfantil/educacao_infantil/orientacoes_didaticas.aspx

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

SUGESTÕES PARA PLANEJAMENTO DE ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL


Dicas para auxiliar no planejamento das atividades

Todo planejamento, para ser viável, deve ter como base o conhecimento a respeito de a quem vamos dirigir nossa ação educativa. Deve também ser precedido de uma reflexão sobre o papel do educador.
O planejamento deve ser entendido como hipótese, um parâmetro flexível em busca de resultados eficazes; portanto, ele deve ser proposto, e não imposto, propiciando a preparação para, na sequência, converter-se na realização de boas práticas em sala de aula.
O primeiro passo para o planejamento bem-sucedido é conhecer as crianças, suas potencialidades e suas limitações, bem como a realidade em que vivem e seus conhecimentos prévios, pois somente quando elas se sentem confiantes e integradas é que têm condições de participar ativa e proveitosamente das atividades propostas pelo educador e pela escola.

Esquema corporal

O esquema corporal consiste no conhecimento que a criança tem do próprio corpo.
Os movimentos do corpo se integram no espaço e no tempo. Portanto, as atividades de esquema corporal devem ser exploradas em conjunto com as de coordenação visomotora e de orientação espacial e temporal.

Objetivos

  • Identificar as partes que compõem o corpo como um todo e observar cada parte isoladamente.
  • Tomar consciência de si, de seus semelhantes e do meio em que vive.
  • Coordenar o domínio do campo visual com a motricidade das partes do corpo.

Cotidiano e rotina

É fundamental que a escola tenha clareza de que rotina é diferente de cotidiano, embora, muitas vezes, sejam trabalhados como iguais ou semelhantes. Conhecer a diferença entre elas nos dá subsídios mais claros para um trabalho mais produtivo.
O cotidiano é aquilo que vivemos no dia a dia, no presente. É o que acontece, a dimensão concreta da vida. Ele inclui o que planejamos, mas também o inesperado.
A rotina é uma estratégia utilizada pelos seres humanos para organizar seu cotidiano.
Fonte: LOPES, Karina Rizek; MENDES, Roseana Pereira; FARIA, Vitória Líbia Barreto de (Org.). Livro de estudo: Módulo III Brasília: MEC. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação a Distância, 2006. 74p. (Coleção Proinfantil).
Sugerimos a seguir um modelo de rotina que poderá ser adaptada ao cotidiano da escola. Cabe ressaltar ainda que a rotina deve estar em consonância com o projeto político-pedagógico da escola, levando em conta a idade do grupo, os espaços disponíveis e a realidade local.

Quadro de rotina

dias/
tempo
segunda-feiraterça-feiraquarta-feiraquinta-feirasexta-feira
15 minchegada/ acolhimentochegada/ acolhimentochegada/ acolhimentochegada/ acolhimentochegada/ acolhimento
10 min.guardar mochila/ agendaguardar mochila/ agendaguardar mochila/ agendaguardar mochila/ agendaguardar mochila/ agenda
20 min.Momento brinquedoMomento brinquedoMomento brinquedoMomento brinquedoMomento brinquedo
15 min.roda de conversaroda de conversaroda de conversaroda de conversaroda de conversa
15 min.calendário/ chamadacalendário/ chamadacalendário/ chamadacalendário/ chamadacalendário/ chamada
20 min.musicalizaçãocorpo em movimentoArtecorpo em movimentomusicalização
30 min.lanche/ recreio/ intervalolanche/ recreio/ intervalolanche/ recreio/ intervalolanche/ recreio/ intervalolanche/ recreio/ intervalo
5 min.hora de relaxarhora de relaxarhora de relaxarhora de relaxarhora de relaxar
5 min.Organização do espaçoOrganização do espaçoOrganização do espaçoOrganização do espaçoOrganização do espaço
20 min.roda de aprendizagemroda de aprendizagemroda de aprendizagemroda de aprendizagemroda de aprendizagem
20 min.livro didático    
20 min.roda de leituraroda de leituraroda de leituraroda de leituraroda de leitura
20 min.avaliaçãoavaliaçãoavaliaçãoavaliaçãoavaliação
10 min.saída/ agendasaída/ agendasaída/ agendasaída/ agendasaída/ agenda

Entendendo melhor o quadro

  • Esse quadro é composto por atividades permanentes, consideradas assim por serem diárias.
  • Os períodos reservados para as atividades, se somados, não perfazem quatro horas. A intenção é contar com um período de folga para o caso de haver necessidade de alguma atividade extra ou que demande mais tempo de acompanhamento.
1. Chegada / acolhimento
  • Momento importante, pois é quando o aluno é recepcionado pelo profissional da escola, o professor ou outro, que deverá ser capaz de acolhê-lo e mostrar-lhe que está em segurança.
  • Sempre há o aluno que atrasa, eventualmente chora e precisa ser confortado.
  • O aluno poderá ser recepcionado também no pátio.
2. Guardar mochila e entregar a agenda
  • Em sala de aula, este é o momento em que o aluno aprende a organizar seus pertences.
  • Por meio da leitura da agenda, o aluno tem a oportunidade de entender o uso e a finalidade da escrita: registro e comunicação.
3. Momento brinquedo
  • Os alunos deverão ser convidados a agrupar-se para brincar com jogos e brinquedos desafiadores, em espaços da sala de aula organizados e pensados para isso;
4. Roda de conversa
  • As conversas informais são comuns na roda de conversa e contribuem para estabelecer afetividade entre os alunos, oferecendo importantes informações para que você possa conhecê-los melhor e planejar novas situações com base nas necessidades e nos interesses deles. A roda de conversa favorece a livre expressão sem o compromisso sistemático de avançar, esmiuçar e chegar ao conhecimento mais elaborado. A participação das crianças por meio da fala, nessa situação, é maior, e você tem o importante papel de ouvinte atento e de mediador de modo que todas possam falar e ser ouvidas.
  • A roda de conversa é um excelente momento para o trabalho com a oralidade e prolação. Este é o momento de o aluno expressar-se livremente com a sua mediação. É importante que as crianças possam compartilhar experiências relevantes, sonhos, conquistas. Ao desenvolver a oralidade os alunos aprendem a falar e a escutar, que têm funções sociais.
5. Calendário e chamada
Segundo Piaget (1978), “O conhecimento lógico-matemático é uma construção que resulta da ação mental da criança sobre o mundo, construído a partir de relações que a criança elabora na sua atividade de pensar o mundo, e também das ações sobre os objetos”.
  • A organização espaço-temporal na Educação Infantil é trabalhada por meio do calendário. Para isso, os alunos deverão ser estimulados a fazer perguntas e a dar respostas que distingam o dia e a noite; o passado, o presente e o futuro; os dias da semana; os meses do ano etc. Ao apresentar esse recurso aos alunos e explorá-lo com eles, você deve possibilitar a aquisição de saberes que ultrapassem o óbvio, desafiando-os a descobrir conhecimentos relativos à organização espaço-temporal.
  • Ressaltamos que há um trabalho específico, diferenciado e de acordo com a faixa etária a ser feito com o calendário.
  • A lista de nomes do grupo é outro instrumento a ser explorado por meio de perguntas específicas que façam os alunos pensarem a respeito da escrita, como a semelhança e as diferenças entre as palavras.
6. Musicalização / corpo em movimento
  • A Educação Infantil é, por si só, um período repleto de músicas, danças e cantos. O trabalho com a musicalização deve incluir atividades que promovam a apreciação e o conhecimento musical. Por meio da musicalização, podemos potencializar a inclusão de todos os alunos nas atividades e desenvolver a sensibilidade e as percepções auditivas, que contribuem diretamente para o desenvolvimento cognitivo harmônico.
  • O desenvolvimento corporal, com movimentos harmoniosos e sincronizados, é o objetivo neste momento da Educação Infantil.
7. Hora de relaxar
  • Momento de voltar à calma após a agitação do recreio.
  • Sala arejada com música ambiente discreta e relaxante é uma boa estratégia para este momento.
8. Organizando o espaço
  • Momento de organizar o espaço e o grupo para a próxima atividade selecionando os materiais necessários para o desenvolvimento da Roda de aprendizagem. É importante que os alunos participem colaborando na organização do espaço, dos materiais etc.
9. Roda de aprendizagem
  • Geralmente, a Roda de aprendizagem precede o trabalho com o livro didático. A organização circular faz com que todos se vejam e as trocas de informação fiquem mais fáceis. Novos conhecimentos são apresentados e novas aprendizagens são adquiridas pelo grupo, que tem a oportunidade de falar, trocar impressões, ajustar e socializar o repertório, caminhando assim rumo à consolidação do que aprenderam.
10. Livro didático
  • O livro será trabalhado agora como um objeto que, além de fazer a transposição para a forma gráfica do assunto apresentado e explorado anteriormente, dará a oportunidade de o aluno empreender outros caminhos rumo à aprendizagem.
11. Roda de leitura
  • Ler para e com os alunos é fundamental e ensinar as estratégias de leitura, necessário. Explore a diversidade de gêneros textuais oferecendo ao aluno a possibilidade de fazer uma leitura efetiva de mundo.
  • Este é o momento em que o processo de letramento estará sendo privilegiado.
12. Avaliação
  • Avaliar é mapear sucessos e insucessos do grupo, dar voz e voto aos alunos em relação ao que aprenderam, aos acontecimentos cotidianos e, principalmente, à dinâmica do trabalho, ou seja, significa colaborar com a construção da autonomia moral do aluno e da aprendizagem.



* FONTE: http://www.editoradobrasil.com.br/educacaoinfantil/educacao_infantil/planejamento.aspx

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

DINÂMICA: ABRAÇOS DE URSO


Ursos diversos

Materiais a serem utilizados: 
  • uma caixa decorada. Dentro: papeizinhos com números de 1 a 11 
  • cartões com os tipos de abraços e 
  • um  aparelho de som e CD com músicas animadas

  • TIPOS DE ABRAÇOS:
  1. Abraço de urso – bem apertado, ergue o amigo do chão; 
  2. Abraço de lado – ficam os amigos lado a lado e se abraçam; 
  3. Abraço pelas costas – o amigo abraça o outro pelas costas;
  4.  Abraço do fundo do coração – é aquele com carinho; 
  5. Abraço zen – encostar as palmas das mãos um no outro; 
  6. Abraço sanduíche – escolher dois amigos e um fica no meio para o abraço; 
  7. Abraço grupal – todos os participantes se abraçam uns aos outros formando um grande círculo; 
  8. Abraço de rosto colado – encostar o rosto no amigo e abraçar; 
  9. Abraço clássico – abraçam-se normalmente; 
  10. Abraço relâmpago – um abraço rápido; 
  11. Toque extra – tapinhas nas costas.

Em grupos grandes, mais de vinte participantes, fazer a dinâmica de modo que o abraço que for sorteado seja realizado por todos do grupo. Ou seja, todos os participantes trocam entre si o abraço. Já com um grupo menor a pessoa que sortear o abraço escolherá uma do grupo para abraçar.

 
A dinâmica consiste em passar uma caixa de mão em mão, enquanto a música estiver tocando, quando parar a música a pessoa que estiver de posse da caixa pegará uma ficha numerada e o número que sair será escolhido o cartão com o tipo de abraço a ser  dado pelo participante, e ou, participantes. A dinâmica termina quando todos os cartões forem sorteados.

É interessante como a dinâmica torna-se divertida e voltada para os valores de amizade e carinho, que fazem tão bem a nossa inteligência emocional.”  

CARTÕES PARA O JOGO:

 








*fonte: http://cee-cei.blogspot.com.br/2014/02/dinamica-de-integracao-abracos-de-urso.html

SUGESTÕES - DINÂMICAS DE APRESENTAÇÃO




Quem sou eu?
Objetivo
Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.

Passos
1- Cada um recebe uma folha com o título: “Quem sou eu?”
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco ítens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5- Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.

Avaliação
- Para que serviu o exercício?
- Como nos sentimos?


Cartão Musical
Objetivo
Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.

Passos
1- Professor distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido).
2- Os alunos sentam-se em círculo. O professor coloca-se no centro e convida os demais a cantar:
“Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei.
Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos caminhar”(bis).
(Melodia: Oh, suzana!!)
3- O professor junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.
4- A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:

“Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei.
Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar" (bis).


  
Apresentação através de desenhos 


Material
Uma folha para desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para cada participante.

Desenvolvimento
1- Distribuídos os materiais da dinâmica, o professor explica o exercício: Cada qual terá que responder, através de desenhos, à seguinte pergunta:
     - Quem sou eu? (Dispoem de 15 minutos para preparar a resposta)
2- Os participantes desenham sua resposta
3- A apresentação dos desenhos é feita em plenário ou nas respectivas equipes. O grupo procura interpretar as respostas. Feita essa interpretação, os interessados, por sua vez, comentam a própria resposta.


Aprendendo o Nome
Objetivo
Integrar o grupo e aprender a fixar o nome das pessoas do grupo.

Duração 
20 minutos.

Desenvolvimento
1- Professor solicita que o grupo, de pé, forme um grande círculo.
2 - A seguir, dá início ao exercício: dá um passo à frente, diz seu nome, acompanhado de um gesto com as mãos ou com todo o corpo, quando então as pessoas do grupo repetem em côro o nome do professor e fazem o mesmo gesto.
3 - Prosseguindo, a pessoa à direita do professor diz seu nome e cria um novo gesto. O grupo repete o nome e o gesto do colega, e assim sucessivamente até todos se apresentarem.




Trocando os crachás 
Objetivos
Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento. 

Material
Crachás para todos, contendo os nomes de cada um. 

Desenvolvimento
1- No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu próprio nome. 
2- Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar. 
3 - Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala. 
4 - Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversa informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega. 

FONTE: http://dinamicasparagrupos.blogspot.com.br

BRINCADEIRAS PARA OS PRIMEIROS DIAS DE AULA


QUEM PROCURA, ACHA

OBJETIVO: Desenvolver a atenção, análise, discriminação visual e socialização

COMO FAZER: 
* Selecione gravuras ( de calendários, revistas, livros de histórias, etc.) e cole-ase em cartolina formando vários quebra-cabeças.
* Marque a parte de trás de cada quebra-cabeça com sinais diferentes, que podem ser figuras geométricas, numerais ou letras do alfabeto.
* O importante é que cada quebra-cabeça esteja marcado com o mesmo sinal.

COMO JOGAR:
* Entregue uma peça do quebra-cabeça a cada aluno.
* As crianças devem procurar os colegas cujas peças tenham o mesmo sinal.
* Quando todos se encontrarem, devem sentar no chão e juntar as peças que formam o quebra-cabeça (Este será um momento muito importante para socialização entre as crianças).
* Vencerá o grupo que conseguir montar primeiro o quebra-cabeça.





FUI À PADARIA E COMPREI...

OBJETIVOS: Desenvolver a atitude de competição de forma saudável, a atenção e a memorização de produtos ou objetos vendidos em determinado estabelecimento.

COMO BRINCAR:
* Peça às crianças que façam uma roda e explique as regras do jogo.
* Peça à turma que pense nas coisas que são vendidas na padaria.
* Escolha um aluno para iniciar o jogo e peça-lhe que diga: " Fui à padaria comprar 'bolo' , e você?"
* O aluno seguinte deve falar o nome de outro produto. Exemplo: "Fui à padaria comprar pães, e você?".
* Caso uma criança repita alguns dos produtos ou disser nomes de coisas que não são vendidas na padaria ou demorar para responder, vai para o centro da roda e passa a sua vez para a próxima criança.
* Ao final, as crianças que ficaram no centro da roda pagam uma prenda escolhida pelos colegas. Ex: pular num pé só em volta da roda, cantar uma pequena música, imitar um animal...


VARIAÇÃO: Use também a brincadeira para comprar em feira, sapataria, farmácia, lanchonete, loja de roupas, açougue, loja de brinquedos. etc.


* FONTE: Letramento Divertido, Ed. Fapi