quinta-feira, 1 de março de 2018

ATIVIDADES - HISTÓRIA "BRUXA, BRUXA, VENHA À MINHA FESTA"





Bruxa, bruxa, venha à minha sala!



Autor:  SASKYA CAROLYNE BODENMULLER 
Coautor:  Dalânea Cristina Flôr



O que o aluno poderá aprender com esta aula

- Identificar as diferentes linguagens dos sistemas de comunicação

- Exercitar a imaginação e criatividade;

- Ampliar o repertório verbal;

- Enfrentar seus medos e inseguranças


Duração das atividades

Três momentos de 20 minutos que podem ser dividos em mais dias


Estratégias e recursos da aula

A aula proposta a seguir foi elaborada para crianças acima de 3 anos com o objetivo de, por meio da fantasia, enfrentar medos e inseguranças, reconhecendo também a importância de interagir com pessoas e personagens diferentes.

Primeiro momento: Bruxas existem?

Materiais necessários: livro "Bruxa, Bruxa, venha a minha festa" de Arden Druce

Duração: 20 minutos

A professora organizará um momento para a contação de história, sem fazer quaisquer questionamento antes de começar. Após esse momento, a professora fará alguns questionamentos e junto com as crianças levantará hipóteses sobre a existência da bruxa:

-O que acharam da bruxa?

-Essa bruxa é boazinha?

-Quem são seus amigos?

-De que forma poderíamos convidá-la para ir à nossa sala?


Segundo momento: Recebemos uma carta!

Materiais necessários: papel, caneta, caixa de papelão

Duração: 20 minutos

Após a conversa e as discussões que surgiram a partir da história apresentada, a professora dirá ao grupo que hoje quando chegou foi informada que existia uma caixa escondida na instituição que havia sido deixada para o grupo. Dentro da caixa deverá haver uma carta elaborada anteriomente pela professor e deverá ter o seguinte conteúdo:

"Olá amigos! Meu nome é Bruxa Alberta e estou a procura de novos amigos. Passei pela escola e percebi que poderia encontrar muitos deles aqui. Não sintam medo, pois sou uma bruxa boa e só quero brincar com vocês. Beijos, Bruxa Alberta."

A carta deverá ser colocada dentro de uma caixa de papelão com imagens que lembrem bruxas (pode ser toda preta ou com desenhos de morcegos), para que nos próximos contatos eles possam trocar também objetos e fotos. A professora não dará pistas sobre o local em que a caixa se encontra e assim a caça será mais desafiadora. Lembrando que não deve ser escondida em locais de difícil acesso, levando em consideração a idade das crianças. Após a leitura da carta o grupo poderá escrever outra carta com a mediação da professora, que perguntará ao grupo o que acham de convidar a bruxa para ir à escola visitá-los.


Terceiro momento: A bruxa vem aí!

Materiais necessários: fantasias de bruxa ou elementos que lembrem esse personagem, como vassoura e chapéu.

Duração: 20 minutos

O personagem da Bruxa Alberta irá passar a tarde com as crianças. A professora poderá chamar alguém para se vestir de bruxa e assim incorporar o personagem. A Bruxa deverá chegar com calma e sem fazer muito barulho, considerando que muitas crianças têm medo e precisam se adaptar com a situação. É importante respeitar o limite de cada criança e os adultos devem acolher as crianças que demonstrarem algum tipo de insegurança e serão convidadas, aos poucos, para se aproximar da bruxa.  A Bruxa Alberta contará um pouco sobre sua vida, como vive, quem são seus amigos. Após essa primeira interação o grupo poderá chamá-la para brincar em sala ou em algum espaço aberto.

Recursos Complementares
Para visualizar mais uma aula sobre bruxas acesse: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=49720

Avaliação
O professor deverá analisar se as crianças enfrentaram seus medos e inseguranças ao estabelecer um contato com uma bruxa e todos os mistérios que a envolvem. Ainda assim, perceber se o grupo conseguiu aprimorar suas formas de comunicação a partir da necessidade posta: saber mais sobre as bruxas!


* fonte:http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=50642

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

ATIVIDADES PARA INICIAÇÃO MUSICAL


O certo e o errado na iniciação musical

Orquestra afinada 

Cantar muito: Varie o repertório. Se você se sentir muito desafinado, recorra aos CDs. Alguns foram feitos para esse fim, como Músicas Folclóricas Brasileiras e Festas na Escola (Ed. G4, 15 reais cada). Outras opções são os livros acompanhados de CD O Tesouro das Cantigas para Crianças (Vol. 1 e 2, Ana Maria Machado, Ed. Nova Fronteira, 35 reais cada) e Cadernos de Atividades (Roseli Lepique e Mônica Lima, Ed. G4, 30 reais). 

Brincar de roda: É uma forma divertida de fazer a criança cantar, apurar a afinação, a percepção rítmica e melódica. O livro Brincando de Roda (Íris Costa Novaes, Ed. Agir, esgotado) traz uma série de sugestões. 

Assistir a filmes: Uma sugestão é o vídeo Pedro e o Lobo, da coleção Meus Contos Favoritos (Disney, 26,50 reais). As crianças poderão conhecer o som de diferentes instrumentos da orquestra. 

Contar histórias: As crianças gostam de ouvir, de contar e de cantar histórias. Use fantoches e proponha dramatizações. Ajuda nessa atividade o CD Mil Pássaros (Palavra Cantada, 22 reais). 

Bater bola: Bater a bola no chão (como no basquete) desenvolve o senso rítmico e a manutenção do andamento. É um desafio para crianças mais novas. Outra brincadeira tradicional, de bater bola na parede, pegá-la de volta realizando malabarismos enquanto se recita uma parlenda, também estimula muito a construção do controle rítmico. 

Adivinhar: Guarde em uma caixa objetos com sons diferentes: sininhos, chocalhos, apitos de pássaros, reco-reco, latas, flauta. No primeiro momento, deixe a turma olhar e experimentar. Depois, cubra os olhos das crianças e faça você o som, para que elas tentem descobrir o objeto. É um exercício preparatório para a percepção do timbre. 

Pular corda: Parece simples: duas crianças giram a corda e outra pula. Mas na atividade as crianças desenvolvem a nada trivial capacidade de prever o tempo rítmico. As crianças que giram a corda, por mais "ensaiadas", variam a velocidade. É como a dinâmica, nada constante, de um quinteto de jazz que interpreta uma canção. Há uma variação normal do movimento. A criança que pula tem de prever o movimento e pular no instante certo, se adaptando ao que vai acontecer e não ao que já aconteceu. 

Construir objetos sonoros: Encha potinhos de plástico ou latinhas de refrigerante (tenha o cuidado de pintá-los da mesma cor) com diferentes materiais (pedrinhas, botões, milho, arroz) e mostre às crianças as diferenças de sons (graves, médios e agudos). Depois peça a elas para organizá-los do mais grave para o mais agudo e vice-versa. O exercício pode evoluir para o toque do xilofone. O ideal é usar os que podem ser desmontados, para que a criança remonte seguindo as ordens acima. 

Escutar o ambiente: Convide todos a fechar os olhos e escutar. Depois converse sobre o que ouviram. Sons naturais (canto dos pássaros, latido de cães, vozes, vento, chuva) ou produzidos por máquinas e instrumentos musicais. Vale a pena também passear com as crianças pela escola para que elas observem os sons do cotidiano nos diferentes ambientes, como pátio, cozinha, corredores. Depois as crianças podem fazer mapas registrando suas observações, o que vai estimular a audição. 

Tocar flauta doce: Muitas secretarias de educação e escolas particulares têm adotado o uso da flauta na educação musical. É um instrumento fácil de ser dominado a partir de 5 anos. Você também pode aprender rapidamente. Um livro bastante usado é o Método de Flauta Doce, com CDs (Editora G4, 30 reais), que traz 22 músicas (com a melodia e apenas com o acompanhamento). 

Ih, desafinou!

  • É um erro pensar que trabalhando somente a letra da música você está fazendo educação musical. Nesse caso, você apenas está trabalhando poesia.
  • É um equívoco trabalhar a música apenas em ocasiões especiais, sem que se faça um planejamento a longo prazo
  • Evite usar a música somente para formar hábitos e atitudes - como lavar as mãos, escovar os dentes - ou para ajudar a memorizar números ou letras do alfabeto. Essas canções costumam ser acompanhadas por gestos corporais que são imitados pelas crianças de forma mecânica, sem criatividade.
  • Focar as atividades em bandinhas rítmicas ou na confecção de instrumentos de sucata também não é recomendável. Esse material geralmente fica com uma qualidade sonora deficiente e reforça a imitação, deixando pouco espaço para as atividades de criação e percepção.

* Leia na íntegra em: https://novaescola.org.br/conteudo/131/musica-contribui-para-o-desenvolvimento-infantil

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES - O SAPO BOCARRÃO

 O SAPO BOCARRÃO
FAULKNER, KEITH
COMPANHIA DAS LETRINHAS


* Organizar as crianças em roda e apresentar o livro à elas, explorando o título e a imagem da capa (perguntar: "Quem sabe o nome desse bicho? Onde ele vive? O que ele come? Por que será que essa história tem esse nome?, etc.).

* Realizar a leitura do livro, mostrando as imagens. Após a leitura, deixar que comentem suas impressões sobre a história e manuseiem o livro.

* Organizar no espaço externo um momento de brincadeiras do "Sapo Bocarrão" : abrir a boca bem grande, fazer biquinho, emitir sons imitando o sapo, pular como um sapo e até apostar uma corrida de pulos ou uma competição para ver quem consegue pular mais alto...

* Confecção da dobradura do sapo (pode-se criar uma oficina de dobradura com a presença dos pais). Passo a passo da dobradura (fonte: http://alfabetizacaocefaproponteselacerda.blogspot.com.br/2013/10/sapo-bocarrao.html)










* Após a confecção da dobradura, organizar um momento de contação de história com participação das crianças, cada um com seu sapinho.

* Organizar uma roda de música (se possível, convidar alguém para tocar violão ou teclado para acompanhar) e cantar músicas conhecidas do Sapo e outras cantigas tradicionais.

* Confeccionar com as crianças um fantoche de sapo utilizando caixas de leite.

* Apresentar o vídeo do grupo "Varal de Histórias",em que é realizada a leitura do livro "O sapo bocarrão".




* Pedir para que as crianças desenhem a parte que mais gostaram da história  e confeccionar um mural expositivo no corredor ou pátio da escola.

obs: Aproveite para tirar muitas fotos das crianças durante as atividades e, se possível, imprimir e organizar uma exposição das atividades realizadas para toda a comunidade escolar.



Sequência de Atividades elaborada por : Professora Priscila Pedersen

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

DINÂMICA DO MONSTRINHO (PARA REUNIÃO DE PAIS)


Resultado de imagem para figura de monstrinho




Receita do Monstrinho


Vamos desenhar um monstrinho conforme as comandas:

1. Uma cabeça redonda e grande
2. Um corpo pequeno coberto de pelos
3. Braços compridos com mãos pequenas e garras afiadas
4. Pernas curtas
5. Pés grandes e arredondados
6. Olho no meio da testa
7. Orelhas pontiagudas
8. Nariz com narinas quadradas
9. Boca grande e dentes falhados

Quando todos terminarem o desenho, pedir para que o coloquem na parede (ou lousa),a fim de que possa ser visualizado pelos presentes.
Lançar as seguintes questões para reflexão e debate:

* Os monstrinhos ficaram iguais?
* Por que os monstrinhos não ficaram iguais se foram dadas as mesmas comandas para todos?
* E na escola, todos aprendem as mesmas coisas ao mesmo tempo? Por quê?

Explicar que o  que ocorreu nessa dinâmica acontece também em sala de aula. As orientações são dadas a todas as crianças, porém cada qual as entende do seu jeito, tanto nas questões do dia a dia quanto nas de aprendizagem. Cada criança tem seu ritmo e compreensão do mundo.

Enfatizar ainda que não se deve comparar uma criança com a outra, em nenhum aspecto. Cada pessoa é única.


* Adaptado da Internet